domingo, 17 de março de 2013

OBUSEIRO 155 mm M 114 AR


OBUSEIRO 155 mm M 114 AR E M114 A2 AR

Dados Tecnicos

 Em Serviço: 92 Peças 



Fabricante: US Springfield Armory
Função principal: Artilharia de curto/médio alcance --- Calibre: 155mm
Cadência de tiro: 2 disparos p/min.
Alcance máximo: 14.6Km
Comprimento: 7.3M / Largura: 2.43 - Altura: 1.8
Peso da munição: 42.9Kg
Peso do sistema: 5800Kg
Velocidade do projectil: 564 metros/s 
Tripulação da peça: 11


O projeto original deste obuseiro é norte-americano, datando da década de 1940. As peças em uso no Brasil foram fabricadas nos Estados Unidos e na Coréia 
É dotação dos GAC orgânico das AD e seu alcance máximo é limitado a 14.800 m, tendo um tubo de 24 calibres e um peso de 5.700 Kg. A cadência sustentada5 de tiro é de 1 tiro por minuto (TPM), obtida por uma guarnição de 11 homens. Seu setor de tiro 6 é limitado a 45º ou 800 milésimos 7.


 Apresenta aspectos positivos, tais como a simplicidade e rusticidade, sendo particularmente útil em operações defensivas, devido ao seu poder de fogo elevado, proporcionado pela munição de 155 mm.
Em contrapartida, apresenta deficiências, apontadas por MACHADO como sendo


o seu peso elevado, o tempo necessário para entrar e sair de
posição e a lenta cadência de tiro, aliadas à baixa mobilidade
proporcionada pelas viaturas tratoras e o alcance insuficiente,
dificultam a missão de aprofundar o combate, realizar os fogos de
contrabateria e comprometem a possibilidade de sobrevivência no
campo de batalha.





Cabe ainda ressaltar a observação de HALLWASS (1990, p. 84) quanto ao obuseiro M 114 cujo tubo de apenas 24 calibres é um impedimento para o emprego das munições de maior tecnologia, que necessitam de tubos mais longos, fato que limita sua eficiência. A versão M2, de origem coreana, fabricada entre as décadas de 1970 e 1980, permite o emprego de munição com alcance estendido, ampliando o emprego para 19,3 Km.

Percebe-se, portanto, que o obuseiro 155 mm M 114 AR não atende às necessidades de mobilidade, alcance e amplitude de campo de tiro exigidas no combate moderno.











7 comentários:

  1. QUE SAUDADES!!! MONTESE!!! AQUIA!!!

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  2. 1ª Bateria de Obus (11GAC/ MONTESE) ANO - 1992 ÁGUIA!!! SD 777

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  3. So quem teve a oportunidade de atirar com essa arma e sentir a força explosiva desturtiva e a belesa de tornar a noite em dia em um campo de batalha tem o orguljo de ser artilheiro....viva artilharia! Esse brinquedo fez a diferença na Italha...Batalhando em Montese...A Cobra fumou......

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  4. falar desses tipos de obuseiros que o Brasil usa e não falar dos opitrônicos de 4º geração da AEL http://www.ael.com.br/sp2.html e os sistemas Gênesis https://www.youtube.com/watch?v=ypI_ffxqNs8 também torna esse post fora de realidade do exército brasileiro.

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  5. O cano é pequeno mas com a pesquisa de um propelente apropriado o alcance poderia melhorar muito;com o investimento em química militar nas nossas FFAA poderia sair mas barato que comprar mísseis do exterior;se bem que mísseis robóticos podem ser bem mas precisos;falo em questão de economia,pelo menos por enquanto.

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  6. Esse canhão se fosse modernizado com mecatrônica guiada por GPS,um computador que fizesse os cálculos balísticos,auxiliado por drones para melhor mostrar a situação em teatro de operações e um propelente apropriado para seu cano pequeno seria de grande ajuda,também deve se considerar o torque angular para anular o efeito coriolis;sabemos que os EUA descobriram um projétil eletrônico que pode mudar a trajetória;o que for mas eficiente economicamente deve ser levado em questão;apenas sugestão .

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