domingo, 5 de junho de 2016

G-23 Almirante Gastão Motta

G-23 Almirante Gastão Motta 
Navio Tanque


Batimento de Quilha: 11 de dezembro de 1989
Lançamento: 1º de junho de 1990
Incorporação: 26 de novembro de 1991
Fabricante: Ishikawajima do Brasil Estaleiros S/A

Deslocamento: 
7.075 ton (dwt),
10.320 (carregado).

Dimensões:
135.0 m de comprimento,
128.0 m de comprimento entre pp,
19.0 m de boca
7.52 m de calado máximo.

Propulsão: Diesel; 2 motores diesel Wärstilä Vasa de 12 cilindros 12V32 de 11.700 hp, acoplado a um eixo com hélice com passo controlável.

Combustível: 600 toneladas.
Energia Elétrica:
3 motores diesel Ishibras-Wärstilä 4-R22,
3 diesel geradores de 600 Kw e 440V/60Hz;
2 geradores de 900 Kw e 440V/60Hz, para o sistema de TOM, gerando um total de 3.600 Kw;
1 diesel-gerador de emergência de 280 Kw.

Velocidade: máxima de 20.5 nós.
Raio de Ação: 10.000 milhas náuticas à 15 nós.
Armamento: nenhum.
Sensores: 2 radares de navegação tipo Decca.

Capacidade de Carga: 4.400 toneladas de combustível
5.100.000 litros de diesel MAR-C
608.000 litros de JP-5
200 toneladas de suprimentos diversos.
É equipado com uma estação de transferência de combustível em cada bordo a meia nau, e de transferência de pessoal e carga leve com capacidade de 280 Kg .

Código Internacional de Chamada: PWGM
Tripulação: 121 homens, sendo 13 oficiais e 108 praças, com 12 acomodações extras.


O NT Almirante Gastão Motta (G-23) é uma embarcação da Marinha do Brasil que exerce a função de navio tanque.

Primeira embarcação a ostentar esse nome na Armada Brasileira, a sua construção foi ordenada a 15 de dezembro de 1987, para substituir o NT Marajó (G-27) e o Navio de Apoio Logístico Almirante Gastão Motta (G29) (ex-NM Itatinga, do Lloyd Brasileiro), que teve a sua conversão para uso naval cancelada, sendo vendido em 1987.

Com projeto desenvolvido a partir de requisitos definidos pela Marinha, foi construído pelo estaleiro Ishikawajima do Brasil Estaleiros S/A (ISHIBRAS), no Rio de Janeiro, com elevado nível de nacionalização. Teve a sua quilha batida a 11 de dezembro de 1989, sendo lançado ao mar e batizado em 1 de junho de 1990. Após concluir as provas de mar, foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado à Armada em 26 de novembro de 1991.



Subordinado ao Comando do Primeiro Esquadrão de Apoio, integra a Força de Superfície da Esquadra com a função de prover apoio logístico móvel às Forças Navais, em particular o reabastecimento de combustíveis utilizados por embarcações e aeronaves.

Conta com um moderno Sistema de Reabastecimento no Mar, projetado para realizar, mesmo sob condições meteorológicas adversas, diurnas ou noturnas, transferências de combustível com eficiência e segurança. Totalmente automatizado, o sistema permite que as fainas possam ser executadas nas Estações de Meio-Navio, simultâneamente em ambos os bordos, e na Estação de Popa. Possui ainda recursos para transferência de água, pessoal e material.

Apelidado carinhosamente de "São Bernardo", o seu lema é: "Nós fazemos a Esquadra ir mais longe!"

Em junho de 2009 participou da missão de resgate dos destroços do Voo Air France 447 no Oceano Atlântico.





















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