sábado, 19 de novembro de 2016

BRASIL EM DEFESA
Tudo Pelo Brasil


Carta de Esclarecimento

Olá Pessoal, Meu nome e Felipe Martins, sou editor do Site BrasilEmDefesa, um site de Pesquisa que tem mais de 200 matérias dedicadas a assuntos Militares Especificamente a Forças Armadas Brasileira, venho Informar que por motivos pessoais não terei tempo pra continuar postando Novas Noticias, e as Novas Matérias terão um intervalo bem maior, estou sem tempo pois tenho família, Estudo e Ingressei em um Emprego Novo que tá consumindo o resto do meu tempo, peço aos seguidores que não deixem de nos Visitar, sempre que puder irei postar novas matérias.

Desde já, Agradeço a todos os visitantes que nos acompanha há anos, e que me motiva a nunca desistir dessa experiência de manter um site sobre um assunto muito pouco abordado pelas grandes mídias do Brasil.

Ass: Felipe Martins
         Editor  


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Embraer anuncia desenvolvimento de versão de Patrulha Marítima do E-190 E2 e KC-390







Embraer anuncia desenvolvimento de versão de Patrulha Marítima do E-190 E2 e KC-390


O vice-presidente comercial da Embraer Defesa & Segurança, Fernando Ribeiro de Queiroz, afirmou que a empresa desenvolverá uma versão de patrulha marítima sobre a plataforma da aeronave comercial E-190-E2, a mais recente versão de sua bem sucedida família de jatos comerciais, ainda complementou o anúncio sugerindo que a Embraer pode desenvolver uma versão do KC-390 para realizar missões de patrulha marítima se houver interesse do cliente. Apresentando uma resposta as questões levantadas pela Nova Zelândia, que recentemente emitiu um RFI sobre o KC-390, além de apresentar interesses em adquirir uma nova aeronave de patrulha marítima visando futuramente substituir sua frota de aeronaves de Patrulha Marítima P-3.

"Estamos respondendo à exigência de patrulha marítima com o E190-E2, porque os requisitos que a Nova Zelândia apresentaram se encaixam melhor com essa plataforma. Mas a nossa proposta é que, se for possível ajustar alguns dos requisitos, podemos atender a sua demando com uma versão especializada do KC-390 ", disse ele.

"Por exemplo, a Nova Zelândia quer que o avião atinja Mach 0.82, mas se essa velocidade não for um requisito relevante, podemos atendê-los com o KC-390, que é capaz de voar a Mach 0.80", acrescentou.

Imagens Ilustrada KC-390 (PLANO BRASIL Junio Pinheiros)


A Embraer propõe modificar o KC-390 instalando um radar de busca de 360 ​​graus no nariz, semelhante à configuração oferecida ao Canadá na concorrência para uma aeronave de busca e salvamento de longo alcance, juntamente com um sistema paletizado para cumprir com a missão de patrulha marítima .


"Um sistema de missão paletizado e com o novo radar no nariz e outros sistemas, o KC-390 preencheria os requisitos para a patrulha marítima, mas não comprometendo as capacidade de executar as demais missões que a aeronave já é capaz de realizar", explicou Queiroz.

"Você pode retirar o sistema de missão e voar com carga, passageiros, evacuação, etc, por isso seria uma única frota com talvez duas aeronaves capazes de ser configuradas para realizar patrulha marítima e cinco dedicados ao transporte. É como podemos apresentar a sinergia entre os dois projetos, mas ao mesmo tempo temos uma solução 100% dedicada à patrulha marítima com uma versão militarizada do E190-E2 ".

O E190-E2 também seria uma aeronave que atenderia as necessidades brasileiras, tendo em vista a grande extensão de nossas águas jurisdicionais e a necessidade futura de um substituto aos P-3 operados pela FAB. Possuindo a mesma um grande mercado de externo, com muitas nações tendo de em breve substituir suas frotas de P-3, porém com orçamentos cada dia mais enxutos, o E-190-E2 de patrulha marítima seria uma atraente opção ao P-8 norte americano



sexta-feira, 29 de julho de 2016

Helibrás HB 350 Esquilo

Helibrás HB 350 Esquilo
Helicóptero utilitário leve

Tipo: Helicóptero utilitário leve
País de origem:  França
Fabricante: Aérospatiale, Eurocopter, Airbus Helicopters, Helibras
Período de produção: 1975-presente
Custo unitário:
US$ 2 milhões (AS350 B2),
US$ 2.3 milhões (AS350 B3)

Primeiro voo em: 26 de junho de 1974 (41 anos)
Introduzido em: 1975
Tripulação: 1 - piloto
Passageiros: 5 passageiro(s)
Dimensões
10,93 m Comprimento;
3,14 m  Altura;
89,75 m²  Área do(s) rotor(es);
10,7 m Diâmetro do(s) rotor(es);

Peso
1 174 kg vazio
2 250 kg Máximo


Motor: 1x Turbomeca Arriel 2B
Potência: 847 hp (632 kW)
Velocidade máxima :245 km/h
Alcance: 662 km
Autonomia: 4,1 hrs
Teto máximo: 4 600 m
Razão de subida: 8,5 m/s

Versão armada
2 lançadores de foguetes SBAT de 70 mm
2 casulos de metralhadoras 7,62 mm
2 casulos de metralhadoras 12,7 mm

Quantidade em serviço:

Força Aérea Brasileira
30 - HB 350B
10 - HB 355F2

Marinha do Brasil
12 - HB-350B
06 - HB 350BA
08 - AS 355F2

Exercito Brasileiro
16 - HB-350
19 - AS 550A2



Variantes

As aeronaves oriundas da Helibrás recebem a denominação HB em substituição ao AS dos modelos franceses.

Monoturbina
AS 350B, impulsionado por um motor Turbomeca Arriel 1B
AS 350BA, impulsionado por um motor Turbomeca Arriel 1B. com pás do AS 355 (a partir desta versão todos passam a usar as pás assimétricas e com corda maior usadas originalmente no AS 355 Ecureuil 2)
AS 350B1, impulsionado por um motor Turbomeca Arriel 1D.
AS 350B2, apresenta melhor desempenho em altitudes elevadas e em temperaturas altas, impulsionado por um motor Turbomeca Arriel 1D1, presença de strake na extensão do cone de cauda.
AS 350B3, versão de alta performance do Esquilo monomotor, impulsionado por um motor Turbomeca Arriel 2B de 847 shp equipado com sitema Full Authority Digital Engine Control (FADEC).
AS 350B3+
AS 350B3E, variante melhorada do B3, novo motor Arriel 2D de 952 shp, sistema hidráulico duplo opcional.
AS 350L1, variante militar do AS 350B.
AS 550C2 Fennec, versão militar.
AS 550U2 Fennec, versão militar.

Biturbina

AS 355E
AS 355F
AS 355F1
AS 355F2, dois motores (allison C20-F)
AS 355N , dois motores Turbomeca Arrius 1A com sistema FADEC.
AS 355NP
AS.555N Fennec, versão militar.
AS.555AF Fennec, versão militar.
AS.555AN Fennec, versão militar.
AS.555SN Fennec, versão militar.
AS.555UN Fennec, versão militar.



O Eurocopter Ecureuil ou Esquilo é um helicóptero leve desenvolvido pela Aérospatiale, hoje Eurocopter. É montado no Brasil pela Helicópteros do Brasil S.A (Helibrás).Segundo a Helibras a nacionalização é de 43%.

Representa grande parte do mercado brasileiro civil, mas também é o principal helicóptero operado por organizações policiais. É usado pelas três forças armadas com funções variadas como treinamento, utilitário e ataque.

A Aviação Naval incentivou a produção de helicópteros do Brasil e foi o primeiro operador nacional do Esquilo. A primeira encomenda foi de seis aeronaves HB 350B monoturbina recebidas entre 1979 e 1980. Outras três aeronaves foram adquiridas em 1983 e mais quatro nos anos seguintes.
A partir de 1986, a marinha começou a receber dez HB 355F2 biturbina. Em 1988, foi recebida uma nova encomenda de sete aeronaves HB 350BA monoturbina. Os HB 350BA são denominados pela marinha como UH 12 Esquilo monoturbina. Os AS 355F2 são denominados UH 13 Esquilo biturbina. Com as perdas em acidentes e um Esquilo biturbina doado à Marinha do Uruguai, a marinha possui atualmente 18 UH-12 e 8 UH-13.

São usados como helicópteros utilitários nos esquadrões Primeiro Esquadrão de Emprego Geral (HU-1), Terceiro Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-3) e Quinto Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-5), mas também tem por objetivo prover apoio aéreo aos navios e fuzileiros navais.

Os AS 355F2 Esquilo biturbina estão concentrados no Esquadrão HU-1, responsável por suprir o NApOc Ary Rongel (H-44) nas missões à Antártica. Os AS 355F2 são utilizados por sua maior reserva de potência e capacidade de voar por instrumentos. A cada viagem, dois aparelhos embarcam no navio.



Na mesma compra dos HB 355F2 para a Marinha, foram adquiridos 30 aparelhos HB 350B para a FAB. 

Na Força Aérea são designados H-50. Posteriormente, foram adquiridos 10 HB 355F2. Oito foram designados H-55 (para transporte) e dois como VC-55 (transporte VIP).

São usados por diversas organizações militares, mas seu uso ocorre principalmente nas atividades de instrução aérea no 1º/11º Grupo de Aviação, Esquadrão Gavião da Base Aérea de Natal, pela Equipe SAR da Academia da Força Aérea, em Pirassununga e era a aeronave do 2º/8º Grupo de Aviação, que agora opera os AH-2 Sabre.



Com a recriação da Aviação do Exército do Brasil em 1986, foram adquiridos diferentes helicópteros para equipá-la. A Av Ex possui duas variantes do Esquilo, a HB 350 L1 e AS 550 A2, ambas monoturbina. Atualmente, estão operacionais, respectivamente, 15 e 19 aparelhos.

O Esquilo é empregado como escolta para os AS 365 K Pantera, helicóptero de treinamento, ataque e esclarecimento.