domingo, 13 de dezembro de 2015

G-25 Almirante Saboia

Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC)
G-25 Almirante Saboia


Batimento de Quilha: 31 de outubro de 1965
Lançamento: 20 de julho de 1966
Incorporação (RA): 18 de maio de 1967
Baixa (RFA): 18 de fevereiro de 2008
Incorporação (MB): 21 de maio de 2009

Deslocamento:
4.983 ton (leve),
6.748 ton. (carregado),

Dimensões:
139.02 m de comprimento,
17.94 m de boca
4.5 m de calado máximo.

Propulsão: 
2 motores diesel de 12 cilindros modelo Stork-Wärstila 12SW280, gerando um total de 9.840 bhp a 900 rpm, acoplados a 2 eixos com hélices de passo variável. É equipado também com Bow Thrusters Brunvoll Model Norway de 985shp (735kW).

Energia Elétrica:
4 grupos motor-geradores, gerando um total de 1.600 Kw;
1 gerador diesel de emergenia de 400 Kw;
4 motores Ruston 6RK215 de 974kW;
4 Geradores A. van Kaick 930 kW, 440 V, trifásico, 60 Hz, 900 rpm.

Combustível: 811 toneladas.

Velocidade: máxima de 17.2 nós, de cruzeiro 14 nós.

Raio de Ação: 8000 milhas (14800 Km) náuticas à 15 nós.

Armamento: 
4 metralhadoras BMARC-Oerlikon GAM BO1 de 20mm em quatro reparos singelos.
4 lançadores quádruplos de chaffs/flares DLE;
Engodo rebocavel para torpedos Graseby Type 182 e SATCOM Marisat.

Sensores: 
1 radar de navegação Kelvin-Hughes Type 1007 e dois outros radares de navegação nas bandas X e S; Sistema de Navegação Racal-Decca CANE; CME Racal Type 670; MAGE MEL UAA-1;

Capacidade de Carga e Equipamentos:

1.000 toneladas, ou cerca de 50 veiculos, incluindo Carros de Combate;
1 Guindaste Clark Chapman com capacidade para 25 toneladas a vante da superestrutura;
2 guindastes com capacidade de 8.5 toneladas a vante; rampas na proa e na popa;
1 elevador tipo tesoura ligando o conves de viaturas ao convôo a meia nau;
2 guindastes com capacidade para 20 toneladas em trilhos no teto do convés de viaturas e pontões de desembarque Maxiflote transportados nas laterais;
4 EDVP Mk-4
1 RHIB.

Aeronaves: 2 convéses de vôo capazes de operar todos os helicópteros em serviço na MB ou até um He Chinook no convés da meia nau.

Código Internacional de Chamada: PWSB

Tripulação: 49 homens.

Tropa Transportada: 440 homens.



Trata-se do antigo navio auxiliar da marinha da Grã Bretanha, o Sir Bedevere, cuja incorporação à marinha brasileira foi anunciada em meados de 2008.
Ele deverá desempenhar o mesmo tipo de função do navio de desembarque Garcia D'Avila, que por sua vez também é um derivado desta classe.

O navio foi incorporado na frota britânica em 1966 e esteve presente no conflito das Malvinas em 1982. Ele foi atacado por aviões de combate argentinos que o danificaram ligeiramente, embora dois outros navios idênticos, o Sir Lancelot e o Sir Galahad tenham sido sériamente danificados. Este último foi tão danificado pelo fogo que derreteu a sua estrutura que foi rebocado para alto-mar e afundado pelos britânicos.

A modificação efectuada no Sir Bedivere transformou-o no mais moderno dos navios da classe e por isso a sua desactivação chegou a estar prevista apenas para 2011.



O navio foi incorporado na marinha brasileira Como NDCC Almirante Saboia em Maio de 2009.

O NDCC Almirante Saboia (G-25) é um navio de desembarque de carros de combate (NDCC) da Marinha do Brasil. Seu nome é uma homenagem ao Ministro da Marinha, no período de 15 de março de 1985 a 15 de março de 1990, Henrique Saboia.

Foi incorporado à Royal Navy com o nome de RFA Sir Bedivere em 18 de maio de 1967 e desincorporado em 18 de fevereiro de 2008, participando da Guerra das Malvinas e da Guerra do Golfo.

Foi incorporado a Marinha do Brasil em 21 de maio de 2009, na cidade de Falmouth - Inglaterra.

Foi nomeado como primeiro Comandante o CMG OSCAR MOREIRA DA SILVA FILHO.



Chefe de Intendência CC (IM) SAMUEL NOGUEIRA;
Chefe de Máquinas CC MARCOS ALVES;
Chefe de Operações CC GUSTAVO SANT´ANNA; E
Chefe de Armamento CC WAGNER GOULART.

Em 6 de agosto, pela Ordem do Dia N.º4/2009, em cumprimento a Portaria nº260/MB de 24/07/2009, teve a sua subordinação transferida da Diretoria-Geral de Material da Marinha (DGMM) para o Comando de Operações Navais (ComOpNav) e para o Comando do 1º Esquadrão de Apoio. O navio é empregado no transporte de tropa e carga em Operações Anfíbias, Ribeirinhas e de Apoio Logístico Móvel e por ocasião dessas operações, pode executar transbordos de pessoal; Movimento Navio-Terra (MNT), por superfície ou helitransportado; abicagens; Operações Aéreas; bem como lançamentos e recolhimentos de Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf)




































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