domingo, 4 de outubro de 2015

Plano de Emergência

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Plano de Emergência


Usinas como Angra 1 e Angra 2 foram projetadas e construídas com barreiras de proteção sucessivas e preparadas para oferecer um alto grau de proteção aos seus trabalhadores, à população residente nas suas vizinhanças e ao meio ambiente.


No entanto, como é comum e recomendável, instalações industriais (como as usinas, terminais de petróleo, etc.), comerciais (como shopping centers, supermercados, postos de gasolina, etc.) e até mesmo residenciais (como os condomínios) precisam ter um planejamento para situações de emergência.
O plano de emergência da Central Nuclear é uma medida adicional de segurança e tem caráter preventivo, isto é, as medidas previstas serão implementadas antes que ocorra qualquer comprometimento do meio ambiente.
Este plano foi submetido à Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), responsável pelo licenciamento de instalações nucleares no Brasil, e está sob a coordenação dos órgãos de Defesa Civil. 
As organizações que participam do Plano trabalham em conjunto no aperfeiçoamento de seus procedimentos e para isso realizam periodicamente exercícios que simulam situações de emergência exatamente para que se possam detectar possibilidades de melhoria.





O planejamento prevê a proteção da população residente em uma área de até 5 km em torno da Central Nuclear. Esta região conta com um sistema de som capaz de transmitir alertas e informações que é testado todo dia 10, às 10 horas da manhã, para não confundir os moradores.

Campanhas de esclarecimento também são realizadas, incluindo a distribuição anual de mais de 50 mil calendários, de casa em casa, com instruções sobre como os moradores devem agir em situações de emergência.

Localização das Sirenes 


 Lado leste


 Lado oeste

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