sexta-feira, 31 de julho de 2015

Acidente com avião militar deixa 12 mortos na Colômbia

Doze militares das Forças Armadas da Colômbia morreram nesta sexta-feira em um acidente de avião no norte do país, segundo informou o presidente colombiano Juan Manuel Santos através do seu Twitter.

"Nós lamentamos um terrível acidente de um avião CASA no qual faleceram doze heróis da Força Aérea colombiana. Nossas condolências às suas famílias", escreveu o chefe de Estado na rede social.

Segundo um comunicado da Força Aérea, a aeronave apresentou um problema em um de seus motores antes de desaparecer dos radares. Pouco depois, os destroços do avião foram encontrados no departamento de Cesar, no noroeste da Colômbia. Embora as autoridades não tenham dado informações oficiais sobre o que poderia ter causado a falha, alguns órgãos de imprensa do país afirmaram que o bimotor CASA-235 poderia ter sido atingido por um raio enquanto voava em condições adversas.


Incêndio no Navio de Desembarque-Doca ‘Ceará’

Um incêndio atingiu o Navio de Desembarque-Doca “Ceará” atracado na Base Naval de Val-de-Cães, em Belém, no Estado do Pará. O navio seguia para o Haiti, mas está em Belém para reparos após apresentar problemas técnicos em abril. Militares que estavam no navio relataram pelo WhatsApp, que o combate às chamas durou cerca de quatro horas, no fim da tarde desta quinta-feira. A Marinha informou que investiga as causas do incêndio, que teria começado num colchão, e que nenhum dos 259 tripulantes ficou ferido.

Em nota, o Comando do 4º Distrito Naval informou que o incêndio foi de pequenas proporções no Navio de Desembarque-Doca “Ceará” (NDD “Ceará”), que tem a missão de transportar material da Força de Fuzileiros da Esquadra e do Exército Brasileiro, em apoio ao contingente brasileiro da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti.






Fenômeno da “lua azul” poderá ser visto nesta noite


A “lua azul” é um fenômeno celeste que ocorre uma só vez a cada três anos, aproximadamente, e que envolve o acontecimento de duas luas cheias em um mesmo mês.  

Pois, nesta noite, a “lua azul” poderá ser vista da Terra, e isso se deve ao ciclo da lua cheia, que acontece a cada 29,5 dias, em média. Se a lua cheia ocorre no primeiro ou no segundo dia de um mês, então há a probabilidade que apareça uma segunda lua cheia nos últimos dias desse mesmo mês – fenômeno que é conhecido como “lua azul”. 

Portanto, se você perder o acontecimento nesta noite, terá que esperar até janeiro de 2018 para poder contemplá-lo. 

Segredos militares estariam por trás da prisão de Othon Pinheiro da Silva

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O Wikileaks havia cantado a pedra em 2011. Na ocasião, a preocupação latente do governo americano com o trabalho desenvolvido por cientistas brasileiros no campo da energia nuclear, que culminaria com a entrada em operação, em 2025, de um submarino de propulsão nuclear, produzido em conjunto com a França, já havia sido tornada pública. Desta forma há de se questionar: qual o papel que a Polícia Federal, sob o mando (e desmando) do ministro Sérgio Moro assume agora? Por que ela invade a área da Segurança Nacional e decide investigar o nosso principal representante no campo estratégico da segurança de estado e da energia? Veja a reportagem publicada pela Gazeta do Povo em 2011.

WikiLeaks revela disputa entre Defesa e Itamaraty nos bastidores da corrida nuclear

Nas correspondências, a diplomacia americana constata que há um único “quase-consenso” em Brasília, que é a resistência em aderir ao Protocolo Adicional do Tratado de Não Proliferação (TNP).

Os bastidores da política nuclear do Brasil ocuparam os Estados Unidos tanto quanto o monitoramento de possíveis acordos de cooperação com potências nucleares como a Índia, ou a aproximação com o Irã. A disputa de poder e influência entre o Ministério da Defesa e o Itamaraty sobre a política nuclear vem à tona em telegramas diplomáticos americanos sobre não proliferação, revelados ao O Globo pelo WikiLeaks. Nas correspondências, a diplomacia americana constata que há um único “quase-consenso” em Brasília – a resistência em aderir ao Protocolo Adicional do Tratado de Não Proliferação (TNP).

As fissuras dentro do governo brasileiro aparecem na descrição de um encontro do então embaixador Clifford M. Sobel com o presidente da Eletrobras, Othon Pinheiro, apontado pelos americanos como “o czar da energia nuclear do Brasil”. Diante da constante pressão dos EUA pela adesão brasileira ao Protocolo Adicional do TNP – que autoriza a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a inspecionar instalações nucleares com um curtíssimo aviso prévio – Pinheiro sugere uma medida menos intrusiva: a instalação de sensores capazes de identificar material nuclear, uma vez que elementos físseis são facilmente detectados. O projeto fora apresentado ao Itamaraty e recebido sem grande entusiasmo. Sobel, então, levou a ideia ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, e questionou quem mais poderia participar do debate.

“Jobim respondeu que qualquer discussão sobre esses tópicos deve passar por ele, exclusivamente, e não pelo Ministério das Relações Exteriores”, relatou um trecho do telegrama enviado a Washington em 17 de fevereiro de 2009.

Outro episódio que expôs irritação do ministro da Defesa foi o pedido da AIEA para entrevistar um cientista brasileiro após a publicação de uma tese sobre como produzir a bomba atômica. Jobim disse ter “ficado perturbado” ao descobrir que o Ministério das Relações Exteriores estava cooperando com a AIEA.

“Ele declarou estar engajado em pôr um fim a qualquer permissão para que a AIEA interrogue o cientista”, descreve a embaixada, na mesma mensagem.

O ministro se referia à controvérsia acerca do físico Dalton Barroso, um doutorando do Instituto Militar de Engenharia (IME) que, baseado em sua tese, publicou em livro a fórmula para se chegar à W-87, uma das mais poderosas ogivas americanas – o que explica o alarmismo dos EUA diante da informação.

Três meses depois, a vice-chefe da missão americana em Brasília, Lisa Kubiske, reuniu-se com funcionários do governo brasileiro e observou que Nelson Jobim estava ciente de que sua recusa em cooperar com a AIEA causou desconforto. Segundo o informe da embaixada, “ele está agora buscando uma maneira de cooperar sem minar o que vê como responsabilidade dele em temas nucleares”. Na mesma série de reuniões, diante da recusa definitiva do Brasil em aderir ao Protocolo Adicional do TNP na Conferência de Revisão de 2010, os americanos advertiram que o governo do presidente Lula “sempre apoiou com relutância medidas de não proliferação e permanece desconfiado de propostas novas, uma situação que provavelmente só será alterada com a entrada de um novo governo em 2011″.

“Embora o Ministério das Relações Exteriores insista que conduz a questão do Protocolo Adicional, na nossa visão, depois do presidente Lula, é o ministro Jobim que tem mais influência em temas nucleares”, avaliou o telegrama de 11 de maio de 2009.

O Protocolo Adicional, aliás, era apontado como o único consenso em Brasília. Ou quase, devido à posição do diretor da Divisão de Desarmamento e Tecnologias Sensíveis do Itamaraty, Santiago Mourão, único funcionário brasileiro favorável à adesão. Os americanos também observaram divergências de abordagem entre civis e militares brasileiros quanto aos temas nucleares.

Na correspondência de 26 de janeiro de 2009, pouco depois de uma visita da representante oficial da Presidência dos EUA para Não Proliferação, embaixadora Susan Burk, é relatado um encontro dela com o diretor do Departamento Internacional do Ministério da Defesa, general Marcelo Mario de Holanda Coutinho. E numa indicação de que havia percepções distintas entre o ministro e funcionários do ministério, dele, a americana ouviu que “apesar de o Ministério da Defesa ser parte do grupo que cuida de questões nucleares, é o Ministério das Relações Exteriores quem comanda e fala em nome do Brasil”.

O general aproveitou, ainda, para minimizar uma declaração recente do então vice-presidente, José Alencar, segundo a qual “o Brasil estaria melhor se tivesse armas nucleares”.

“Ele enfatizou que as declarações devem ser ignoradas e certamente contrariam a política do governo brasileiro. Ele deu de ombros à declaração, como coisa de políticos, que às vezes dizem o que vem à cabeça”, informou o texto.

Cerca de 30 caças turcos participam de novos bombardeios contra posições curdas no Iraque

Caça F-16 da Força Aérea da Turquia decolando da base de Incirlik, operada em parceria com a Força Aérea dos EUA e localizada na província de Adana
Pelo menos 30 caças F-16 das Forças Armadas da Turquia foram destacados nesta quinta-feira para uma nova série de ataques sobre as posições do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) no norte do Iraque, de acordo com informações de canais de TV locais.

Esses bombardeios massivos, segundo as autoridades do país, foram lançados em represália a um ataque realizado mais cedo contra um comboio militar turco na província de Sirnak, no sudeste do país, no qual três soldados acabaram mortos. 

Em nome da luta contra o terrorismo, que inclui ataques também ao Estado Islâmico, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, disse considerar impossível levar adiante o processo de paz com os curdos, vistos como o alvo principal do governo. Embora tenha decidido adotar recentemente uma política diferente em relação ao EI, depois de ser acusada de conivência com o grupo, a Turquia já contabiliza, desde a última semana, dezenas de bombardeios a posições curdas, e apenas três contra o Estado Islâmico. Além disso, das 1.300 prisões realizadas nos últimos dez dias pelos serviços de segurança da Turquia para deter a ação dos terroristas, quase 850 envolviam suspeitos de ligação com o PKK, enquanto apenas 137 eram acusados de integrar o EI. 


Fonte: Sputniknews

Kiev propõe tirar direito de veto da Rússia no CS da ONU

Voto no Conselho de Segurança da ONU

Kiev deveria promover mudanças nos estatutos da ONU com o objetivo de privar a Rússia de seu direito de veto no Conselho de Segurança, segundo declarou o secretário do Conselho de Segurança Nacional e Defesa da Ucrânia, Alexander Turchinov.

Nesta quarta-feira, pouco mais de um ano depois da queda do voo MH17, da Malaysia Airlines, o Conselho de Segurança da ONU debateu a possibilidade da criação de um tribunal internacional para julgar os responsáveis pelo acidente.

A maioria dos países integrantes do Conselho de Segurança votou a favor, mas a Rússia se opôs, enquanto Angola, Venezuela e China se abstiveram de votar. Segundo Turchinov, a decisão russa de vetar a resolução deve ser motivo para modificar os estatutos da ONU.

"Um país acusado de um crime não pode ter direito de impor um veto sobre a acusação, caso contrário o Conselho de Segurança fica desacreditado e paralisado totalmente", disse o secretário.

Turchinov disse ainda que "especialmente Ucrânia e os países cujos cidadãos foram afetados pelo ataque terrorista devem apresentar as correspondentes propostas de mudanças nos estatutos da ONU. Se os estatutos não forem alterados, este órgão perderá por completo sua autoridade e capacidade de reagir aos perigosos desafios de hoje."

O primeiro vice-presidente da fração parlamentarista Rússia Unida, Franz Klintsevich, classificou a proposta não apenas como absurda, mas como extremamente perigosa.

"A proposta de Alexander Turchinov, de retirar o direito de veto da Rússia no Conselho de Segurança, não é apenas absurda, mas também extremamente perigosa e não deve ser debatida seriamente. A introdução de emendas como esta nos estatutos da ONU significaria, em sua essência, a autodestruição dessa organização internacional."

Klintsevich afirmou também que "não é preciso ser vidente para entender a que consequências isso poderia levar."

O Boeing 777 da Malaysia Airlines que realizava o voo MH17, de Amsterdã a Kuala Lumpur, foi derrubado em 17 de julho de 2014, na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, matando todas as 298 pessoas a bordo — a maioria, holandeses.

Um documento preliminar sobre a investigação da catástrofe, publicado pela Holanda, atribui o acidente a "danos estruturais do avião provocados por uma ação externa." O texto não aponta qual seria essa ação externa.

Kiev atribuiu a culpa ao grupo independentista da autoproclamada República Popular de Donetsk, mas este negou as acusações, afirmando que não possuía armas capazes de derrubar um avião a mais de 10 mil metros de altitude.


Fonte: Sputniknews

Código de Conduta para Atividades no Espaço Exterior pode evitar “guerra nas estrelas”


Terra. Vista do espaço
Representantes de 94 países estão reunidos esta semana em Nova York para elaborar o chamado Código de Conduta Internacional para Atividades no Espaço Exterior. O objetivo do documento é prevenir a cada vez maior militarização do espaço, a fim de evitar os riscos de uma possível “guerra nas estrelas”.

trata-se da continuidade do encontro promovido pela União Europeia em 2013 e 2014. Como o encontro do ano passado, realizado em Luxemburgo, terminou sem conclusões objetivas, foi marcada a etapa de 2015 para Nova York.
Em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, o físico Marcelo Souza, professor da UENF – Universidade Estadual do Norte Fluminense e presidente do Clube de Astronomia de Campos, RJ, diz que a elaboração do Código de Conduta Internacional para Atividades no Espaço Exterior é altamente necessária:

“Trata-se de uma necessidade do nosso tempo, que é a de ter algum código de conduta que regule os lançamentos de foguetes, a ocupação do espaço exterior e, principalmente, os satélites que em órbita da Terra”, comenta o Professor Marcelo Souza. “Porque, como não há regulamentação acordada entre todos os países, fica meio vago o que pode ser feito ou não, se pode militarizar-se o espaço ou não, até mesmo se podem ser colocadas armas em torno da Terra. São riscos, portanto, que exigem normas para acompanhamento. E, para isso, é preciso ter regras claras que disciplinem essas questões.”

Segundo Marcelo Souza, as discussões sobre a elaboração do Código de Conduta Internacional para Atividades no Espaço Exterior começaram, de forma efetiva, há 7 anos:

“O esboço que está sendo analisado com mais cuidado é o feito pela União Europeia, um texto que vem sendo elaborado desde 2008. Este rascunho já previa que a regulamentação do uso do espaço exterior tem de passar pelo crivo da ONU. A Organização das Nações Unidas tem, inclusive, um subcomitê jurídico que aprecia o uso do espaço. Acredita-se que a regulamentação final do Código deverá ser apresentada em 2016, através deste subcomitê.”

Para o Professor Marcelo Souza, a regulamentação do uso do espaço é vital sob muitos aspectos:

“Esta é uma preocupação muito grande de todos nós. Toda a tecnologia de ponta sempre vislumbra o seu uso militar. Temos conhecimento de que vários países utilizam o espaço principalmente para fazer espionagem. O espaço é uma grande possibilidade para a observação de todas as nações, através da obtenção de imagens, detalhes e dados. Também no espaço, há uma enorme quantidade de satélites dos quais nada sabemos sobre o seu destino final, sobre o que eles contêm, e quais são as suas funções. Temos ainda de considerar os vários lançamentos que não podem ser rastreados, e, então, fica-se sem saber o que foi colocado em órbita da Terra.”

Ainda segundo Marcelo Souza, “a China fez em 2007 uma operação em que conseguiu destruir um satélite em órbita da Terra. A suspeita era de que aquele satélite poderia ser um instrumento para uma eventual ‘guerra nas estrelas’”. 

O presidente do Clube de Astronomia de Campos chama a atenção também para o fato de existir em órbita uma quantidade enorme de satélites e de nanossatélites, que são satélites muito pequenos, oscubesats, que têm aproximadamente 10 centímetros. “Eles são a nova tendência do momento”, diz o professor. “Várias universidades estão produzindo nanossatélites, pois são aparelhos de baixo custo e que podem ser utilizados de várias formas. Há previsão de uma quantidade enorme de lançamentos desses pequenos objetos em órbita da Terra, e não há nenhuma regulamentação para isso. Todo este conjunto acaba contribuindo para a formação do lixo espacial, o que é uma ameaça muito grande para os planetas – especialmente a Terra – e para importantíssimos instrumentos de pesquisas, como é o caso da Estação Espacial Internacional. Então, é mais do que necessário concluir os preparativos para formalizar a existência do Código de Conduta Internacional para Atividades no Espaço Exterior.”


quinta-feira, 30 de julho de 2015

Maduro denuncia ‘provocações’ da Guiana e defende mediação da ONU em litígio

Nicolas_Maduro_AVN

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou nesta terça-feira ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, as “provocações” do presidente da Guiana, David Granger, e pediu que inicie o mais rápido possível uma comissão para intermediar o conflito bilateral pelo Essequibo.

Em declarações aos jornalistas na sede da ONU em Nova York, Maduro afirmou que Ban aceitou sua proposta e se comprometeu a “ativar uma comissão imediatamente” para que visite Venezuela e Guiana a fim de impulsionar uma resolução “através do Acordo de Genebra”.

O presidente venezuelano, que considerou a reunião “muito frutífera”, disse que insistiu com Ban sobre “a necessidade de uma diplomacia de paz” e de “continuar canalizando todos os assuntos pendentes da Guaiana Essequiba” através do acordo selado em 1966.

O Acordo de Genebra estabelece uma série de passos para a resolução do conflito territorial que até hoje não foram cumpridos.

Venezuela e Guiana reivindicam a posse do Essequibo, um território de 160 mil quilômetros quadrados rico em recursos naturais, assim como suas águas.

As difenças se intensificaram depois que, em maio, a companhia petrolífera americana Exxon Mobil descobriu uma jazida em águas que supostamente estão na região do litígio, o que Maduro respondeu com um decreto que, segundo Guiana, modifica as fronteiras já estabelecidas com um laudo arbitral.

Segundo Maduro, o chefe da ONU propôs hoje uma possível reunião com o presidente Granger em setembro, quando sera celebrado o aniversário de 70 anos das Nações Unidas.

Maduro lembrou que na última Cúpula do Mercosul foi acordado propor uma reunião de presidentes da Unasul, da qual fazem parte tanto Venezuela como a Guiana, para tratar o conflito. No entanto, disse que foi informado “extraoficialmente que o presidente Granger se nega a comparecer” a essa possível reunião.

O presidente venezuelano acusou Granger tomar “decisões graves” contra o previsto no acordo de 1966 e de “enchr de tensão as relações entre Guiana e Venezuela e as relações do Caribe, que vêm transcorrendo em paz e tranquilidade”.

Segundo Maduro, a Exxon Mobil é o “fator perturbador principal que levou as relações a esta máxima tensão”.

Brasil fecha acordo financeiro com Suécia para pagamento de 36 caças

Mockup Gripen NG na Festa da Caça na Base Aérea de Santa Cruz
O Ministério da Defesa fechou o acordo financeiro para o pagamento de 36 caças Gripen NG, fabricados pela sueca Saab, que serão adquiridos pelo país para equipar a Força Aérea Brasileira (FAB), disse nesta quarta-feira uma porta-voz do Ministério.

A Saab ganhou no final de 2013 a disputa para fornecer caças para a FAB. A previsão é de que as aeronaves sejam entregues ao país entre 2019 e 2024.

Marinha vai desativar mais dois navios: Varredor ‘Abrolhos’ e Aviso ‘Piraim’

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A MB determinou a Baixa do Serviço Ativo da Armada do Navio-Varredor “Abrolhos” e do AvTrFlu “Piraim”.

Seguem abaixo as Portarias do Comandante de Marinha:

COMANDO DA MARINHA
GABINETE DO COMANDANTE

PORTARIA Nº 314/MB, DE 28 DE JULHO DE 2015

Baixa do Serviço Ativo da Armada do Navio-Varredor “Abrolhos” e dá outras providências.

O COMANDANTE DA MARINHA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelos art. 4 e 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de que lhe conferem o art. 4 junho de 1999, alterada pela Lei Complementar nº 136, de 25 de agosto de 2010, e o art. 26, inciso V, do Anexo I, do Decreto nº 5.417, de 13 de abril de 2005, e de acordo com o disposto na Lei n 7.000, de 9 de junho de 1982, resolve:

Art. 1. Dar Baixa, do Serviço Ativo da Armada, do Navio-Varredor “Abrolhos”.

Art. 2. Designar a Empresa Gerencial de Projetos Navais para proceder à alienação do casco do ex-Navio-Varredor “Abrolhos”.

Art. 3. Esta Portaria entra em vigor no dia 20 de agosto de 2015.

EDUARDO BACELLAR LEAL FERREIRA



PORTARIA Nº 315/MB, DE 28 DE JULHO DE 2015

Baixa do Serviço Ativo da Armada do AvTrFlu “Piraim” e dá outras providências.

O COMANDANTE DA MARINHA, no uso das atribuições que lhe conferem os art. 4 e 19 da Lei Complementar n 97, de 9 de junho de 1999, alterada pela Lei Complementar nº 136, de 25 de agosto de 2010, e o art. 26, inciso V, do Decreto n 5.417, de 13 de abril de 2005, e de acordo com o disposto na Lei n 7.000, de 9 de junho de 1982, resolve:

Art. 1º Dar Baixa do Serviço Ativo da Armada do Aviso de Transporte Fluvial “Piraim”.

Art. 2 Designar a Empresa Gerencial de Projetos Navais para proceder à alienação do casco do ex-Aviso de Transporte Fluvial “Piraim”.

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor no dia 14 de agosto de 2015.

EDUARDO BACELLAR LEAL FERREIRA

Especialistas decifram o pergaminho bíblico mais antigo do mundo

Científicos Israelís descifran pergamino bíblico de más de 1.500 años
Um pergaminho descoberto há mais de quarenta anos em Israel foi finalmente decifrado, revelando fragmentos em hebreu do livro bíblico do Levítico, o terceiro do Antigo Testamento. Ele se destaca como o mais antigo do qual se tem notícia, desde os manuscritos do Mar Morto, achados em 1947. 

Sua decodificação foi possível graças ao apoio da Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI), e à análise com carbono-14 à qual foram submetidos os fragmentos carbonizados do pergaminho. A equipe de arqueólogos e conservadores conseguiu determinar que se trata de um manuscrito do século VI, o mais antigo dos cinco livros da Torá, encontrados no litoral do Mar Morto. 

O pergaminho foi descoberto pelo Dr. Sefi Porath, quando, em 1970, ele liderou as escavações arqueológicas na sinagoga de Ein Gedi. De acordo com o especialista, decifrar essa importante relíquia não é apenas emocionante pela antiguidade que representa, mas também por ser o único dos livros da Bíblia judaica encontrado em uma sinagoga, dentro de uma arca sagrada. Enquanto isso, Pnina Shor, funcionária da AAI, destaca que a descoberta é, certamente, a mais importante do século XXI para a cultura ocidental. 

Fonte: RT

Índia vai superar a China e se tornará o país mais populoso em 2022

A tendência demográfica que a ONU apresenta em um relatório publicado esta quarta-feira confirma o crescimento desigual, entre países e continentes, da população global. O documento, elaborado pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da Organização das Nações Unidas, mostra que a África terá índices de crescimento demográficos superiores aos da Ásia, e que a Índia ultrapassará a China como o país mais populoso do mundo em 2022, com cerca de 1,4 bilhão de habitantes.

A superação da China vai significar que a população da Índia representará 19% da população mundial em 2050, enquanto que a China terá 18%. Atualmente, cerca de 1,31 bilhão de pessoas vivem na Índia, em comparação com os 1,38 bilhão da China; uma diferença que vai desaparecer nos próximos sete anos.

A África será o continente com o maior crescimento demográfico, e a Nigéria, o país cuja população vai aumentar mais rapidamente. Segundo as projeções da ONU, em menos de quarenta anos a Nigéria poderia ter mais habitantes que os Estados Unidos. Segundo a ONU, o país africano vai passar dos atuais 182 milhões de habitantes para mais de 262 milhões em 2030, e a quase 400 milhões em 2050; enquanto que os Estados Unidos vão continuar crescendo, só que mais lentamente, e em 2050 sua população é estimada em cerca de 389 milhões.

Os especialistas da ONU destacaram a relação existente entre o crescimento demográfico e as taxas de desenvolvimento de cada país. Nas próximas décadas, a maioria da população do mundo vai se concentrar principalmente em países como Índia, Nigéria, Paquistão, República Democrática do Congo, Etiópia, Indonésia e Uganda. Todos os lugares onde é “cada vez mais difícil erradicar a pobreza e a desigualdade, ou combater a fome e a desnutrição”, como indicou em um comunicado John Wilmoth, diretor do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU. Trata-se, explicou, de assuntos cuja solução é “crucial para o sucesso da nova agenda de desenvolvimento sustentável desenvolvida pela Organização das Nações Unidas”.

O crescimento da população será acompanhado por um aumento da idade média e da redução das mortes infantis no mundo. Melhorar a expectativa de vida é um dos objetivos da ONU. Seus analistas afirmaram que nos últimos quinze anos a mortalidade de crianças menores de cinco anos caiu mais de 30% em 86 países, e em 13 países a queda foi de mais de 50%.

“A compreensão das mudanças demográficas que podem acontecer nos próximos anos, assim como os desafios e oportunidades apresentados para conseguir o desenvolvimento sustentável, são fundamentais para a implementação da agenda de desenvolvimento das Nações Unidas”, disse Wu Hongbo, secretário do departamento que elaborou o relatório.

De acordo com projeções, o número de pessoas com 60 anos ou mais vai duplicar até 2050 e triplicar em 2100. A Europa é o continente com as maiores taxas de envelhecimento, com um aumento de 34% em 2050 de pessoas com mais de 60 anos.

Fonte: Elpais

Guerra contra EI põe EUA entre turcos e curdos

Tanto Ancara quanto a minoria curda são importantes para os objetivos dos americanos no Oriente Médio. Mas a rivalidade acentuada entre ambos pode atrapalhar a campanha contra o "Estado Islâmico".

O governo turco praticamente não vê distinção entre a milícia radical “Estado Islâmico” (EI) e os militantes do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK): para ele, ambas as organizações são terroristas.

“Qualquer organização terrorista representa uma ameaça para as fronteiras da República Turca, e medidas serão tomadas sem hesitação. Ninguém deve duvidar disso”, disse o primeiro-ministro turco, Ahmet Davutoglu, após o lançamento de operações contra ambos os grupos.

Mas o secular PKK vem se mostrando um dos adversários mais eficientes do EI. Tão eficiente que já há vozes nos Estados Unidos pedindo que ele seja retirado da lista americana de organizações terroristas.

“Os EUA têm apoiado o PKK indiretamente, ajudando o PYD [Partido União Democrática Curda] na Síria, que é um afiliado do PKK”, diz Michael Gunter, especialista em curdos da Universidade Tenessee Tech.

O PKK e os EUA estão do mesmo lado não somente na Síria. Quando os militantes do EI encurralaram milhares de yazidis nas montanhas de Sinjar, no norte do Iraque, no ano passado, o presidente americano, Barack Obama, disse que os EUA tinham a obrigação de salvar de um massacre a minoria religiosa.
Os Estados Unidos começaram então uma campanha de ataques aéreos contra o “Estado Islâmico”. Mas não foi Washington que salvou os yazidis em Sinjar. Homens do PKK ajudaram a evacuar as montanhas e a escoltar os habitantes a um lugar seguro.
EI como arma?

Agora, a Turquia entrou abertamente na guerra cada vez mais complexa no Iraque e na Síria. Na semana passada, um ataque suicida do EI matou 32 ativistas de esquerda, em sua maioria curdos, na cidade de Suruç, perto da fronteira com a Síria. Em retaliação, o presidente Recep Tayyp Erdogan lançou ataques aéreos contra o EI pela primeira vez e deve conceder aos americanos o uso da base aérea de Incirlik.

“Este ataque contra o EI é um estratagema. Basicamente, a Turquia está usando o EI como uma arma contra os curdos sírios”, opina Gunter. “Tem sido bastante documentado nos últimos dois anos que a Turquia tem permitido o trânsito de jihadistas de todo mundo em seu território para se unir ao EI.”

O governo turco simultaneamente atacou posições do PKK no norte do Iraque. Militantes curdos supostamente mataram dois policiais na Turquia, acusando Ancara de fazer vista grossa aos crimes do “Estado Islâmico” contra seu povo.

Pelo menos publicamente, os Estados Unidos têm apoiado os ataques turcos contra o PKK. Em entrevista coletiva, o porta-voz do Departamento de Estado John Kirby chamou os integrantes do PKK de “terroristas” e disse que Ancara tem o direito de se defender.

“É ridículo que os Estados Unidos não possam enxergar isso. A Turquia está matando os curdos que estão lutando contra o EI, que, por sua vez, deveria ser um inimigo dos americanos. A Turquia não está apoiando as políticas da Otan contra o EI. Na verdade, está trabalhando contra essas políticas”, conclui Gunter.

Fonte: DW

Rússia investe em submarinos com poder de ficar debaixo d’água por mais tempo

Submarino Vyborg (primeiro plano) e submarino Stary Oskol durante o ensaio da parada do Dia da Marinha russa.

A Marinha da Rússia começará a construir os novos submarinos de quinta geração Kalina a partir de 2020. A informação foi divulgada por um alto oficial da força russa à RIA Novosti nesta quinta-feira (30). Estas embarcações serão equipadas com sistemas independentes de propulsão a ar.


Segundo a fonte, os motores anaeróbicos ainda não têm capacidade suficiente para a embarcação e tal sistema será construído em 2018. O novo submarino poderá ficar muito mais tempo debaixo d’água.
Usinas de energia independente de ar oferecem vantagens significativas sobre os submarinos diesel-elétricos, que precisam de ir à superfície regularmente para recarregar as baterias, e sobre os submarinos nucleares, que devem ser executados constantemente bombas barulhentas para esfriar seus reatores.

Fonte: Sputniknews

Membros dos BRICS participam dos Jogos Militares na Rússia

Militares chineses preparam-se para o biatlo de tanques
Um total de 14 países participarão dos Jogos Militares 2015, terceiro evento de Biatlo de Tanques.

Nesta quinta-feira, teve lugar em Moscou uma entrevista coletiva com os representantes das 14 equipes participantes. Entre elas, há a China e a Índia, que integram também, como a Rússia, o grupo BRICS. A Sputnik falou com exclusividade com os chefes destas delegações.

Índia

É a segunda vez que a equipe da Índia participará do Biatlo de Tanques no polígono militar russo de Alabino, perto de Moscou. O evento começará em 1 de agosto e terá uma extensão de duas semanas.

No ano passado, os militares indianos já mostraram bons resultados nestas competições, afirma o tenente coronel Vivek Suryakant Badve, chefe da delegação da Índia nos Jogos Militares 2015.

“Eu espero que a nossa mestria tenha crescido no tempo transcorrido”, disse Badve à Sputnik, acrescentando que considera o evento como uma oportunidade para testar as capacidades militares:

“Eventos como este são uma ótima base para testar as capacidades profissionais ao nível internacional. Aqui, nós podemos aprender de outros participantes das competições e, além disso, simplesmente travar boas amizades”.

China

A delegação chinesa é encabeçada pelo major-general Liu Ying, que disse à Sputnik que os militares do país trouxeram para Alabino material bélico já implantado e usado pelo Exército da China:

“Quando nós organizamos treinos de combate, nós sempre usamos os nossos próprios armamentos e munições. Eu acho que assim deve ser. Eu já disse [na coletiva de imprensa que teve lugar nesta quinta-feira (30) em Moscou] que nós trouxemos à Rússia, para participar desta competição, o material bélico que já está em serviço no Exército de Libertação Popular da China”.

“A participação desta competição ajudará a testar os nossos armamentos, a sua qualidade, permitirá fazer um ótimo teste da capacidade do pessoal militar chinês de manejar as suas armas”, acrescentou o oficial.

Os Jogos Militares 2015 terão lugar desde 1 a 15 de agosto em 11 polígonos situados em diferentes partes da Rússia. O de Alabino, na região de Moscou, acolherá as etapas do Biatlo de Tanques, modalidade mais conhecida da competição.



Fonte: Sputniknews

Alemães e franceses se unem para criar gigante do setor de armas.

A Leopard 2 tank is pictured during a demonstration event held for the media by the German Bundeswehr in Munster near Hannover, Germany. (File)
A empresa alemã Krauss-Maffei Wegmann e a francesa Nexter Systems estão planejando uma fusão que criaria uma nova gigante do setor de Defesa chamada Newco, segundo reportagem do jornal alemão Die Zeit.

O volume de negócios conjuntos da empreitada estaria estimada em dois bilhões de euros. O número de funcionários seria de seis mil. 

Ambas empresas já anunciaram seus planos em 2014. A expectativa é de que o negócio seja a fusão mais significativa do setor de Defesa em muitos anos. As companhias receberão apoio dos governos federais, e o acordo deve ser assinado nesta quarta-feira, 29 de julho.

A Krauss-Maffei Wegmann é bastante conhecida por ser a fabricante do tanque de batalha Leopard. A Nexter Systems produz o tanque Leclerc.

As duas empresas ainda precisam de aprovação das autoridades antitruste. O acordo ajudaria ambas a evitar gastos dobrados em pesquisa e desenvolvimento, assim como a combinar atividades no setor de compra e vendas, reduzindo custos.

Pentágono prevê mais intervenções militares dos EUA no exterior devido a crise climática

Operação Skyfall- España
A mudança climática global irá aumentar a necessidade do exército norte-americano intervir em assuntos internos de outros países a fim de prestar assistência, diz um relatório do Departamento de Defesa do país.

"Este tipo de impacto em todas as regiões do mundo exigiria um maior envolvimento do Departamento de Defesa na prestação de assistência humanitária e outras formas de auxílio", diz o relatório divulgado nesta quarta-feira (29).

O documento acrescenta que "as condições meteorológicas extremas mais frequentes e mais graves" podem requerer a participação substancial de unidades do Departamento de Defesa e do seu pessoal, bem como grandes investimentos em assistência humanitária e operações de socorro no exterior.

A necessidade de assistência humanitária e operações de socorro, assim como o apoio às autoridades de defesa civil "provavelmente aumentará a medida que as cidades creçam para abranger a maior parte da população mundial", prevê o relatório.

O documento enfatiza que "o trabalho de socorro teria que ser acompanhado de laços mais amplos e de uma estreita cooperação com as autoridades locais em áreas onde ocorram desastres."

Também é provável que se requeiram medidas para trabalhar com os países parceiros em apoio às operações e atividades do Departamento de Defesa, acrescenta o relatório.

Fonte: Sputniknews

Estado Islâmico prepara “guerra do fim do mundo” com participação dos EUA

Militantes curdos combatem o Estado Islâmico perto da cidade de Hasakeh, na Síria

Um documento alegadamente encontrado na terça-feira no Paquistão traz detalhes sobre o possível plano do Estado Islâmico de travar uma guerra que provocará “o fim do mundo”.

O documento de 32 páginas, intitulado “Uma Breve História do Califado do Estado Islâmico, o Califado conforme o Profeta”, é escrito em urdu, língua paquistanesa, e revela uma estratégia para fazer os EUA participarem de uma guerra global através de um atentado terrorista na Índia.

Além disso, o documento relata vários roteiros de ataques aos soldados norte-americanos que iriam se deslocar desde o Afeganistão, assim como também a políticos – tanto os diplomatas estadunidenses, como funcionários públicos paquistaneses.

Jihadismo global

Segundo a mídia, o texto foi passado para o Instituto Americano da Mídia (AMI, instituição de jornalismo investigativo) por um cidadão paquistanês ligado ao Talibã do Paquistão. O AMI informa que o documento foi examinado pela CIA, e agora já pode-se dizer que o texto maneja uma linguagem muito parecida à linguagem que usa o Estado Islâmico.

Para o ex-diretor da Agência de Inteligência da Defesa, tenente-general Michael Flynn, que integra a equipe que examinou o documento, a “Breve História” “representa o plano de campanha do Estado Islâmico”.
Uma das peculiaridades deste plano é a inclusão do Talibã e Al-Qaeda nas atividades do Estado Islâmico, movimento extremista reconhecido como organização terrorista e proibido na Rússia e uma série de outros países.

O Estado Islâmico e o Talibã têm sido movimentos adversários no Oriente Médio, chegando até a anunciar jihad (guerra sagrada) um contra outro.

Se o documento for verídico e realmente refletisse as aspirações do movimento terrorista mais temível no mundo atual, as tensões na região podem aumentar. Isso significaria a criação de um exército jihadista internacional, unindo até aqueles muçulmanos radicais que antes não eram admitidos no Estado Islâmico, grupo islamista mais severo e com regras mais rígidas até agora.

Armadilha

O plano descrito na “Breve História” prevê um ataque terrorista em algum lugar na Índia, com o intuito de atrair as forças dos EUA. No caminho da Índia, as tropas estadunidenses estariam sendo eliminadas pelo exército terrorista. Os EUA teriam que responder militarmente, o que provocaria mais um conflito armado na região.

“Mesmo se os EUA tentarem atacar com todos os seus aliados, — o que eles farão, sem dúvida, — a ummah [comunidade islâmica que abrange todos os muçulmanos do mundo] estará unida, o que resultará na batalha final”, reza o documento.

Os EUA participam de operações militares contra o Estado Islâmico na Síria e no Iraque. Em breve, podem também ajudar a Turquia a combater os islamistas na sua fronteira com a Síria. Vários especialistas têm observado que a estratégia do país no combate a este grupo terrorista é pouco eficaz.

Fonte: Sputniknews

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Estudantes da UnB acompanham ações do Exército em Santa Maria

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Quatro estudantes de Comunicação da Universidade de Brasília viajaram a Santa Maria, no Rio Grande do Sul, para conhecer as instalações de unidades do Exército Brasileiro. O projeto, intitulado Formadores de Opinião, tem o objetivo de mostrar a alunas de Comunicação atividades desenvolvidas pelo Exército em várias regiões do país.

O Exército Brasileiro tem em Santa Maria – RS o único centro de blindados do país. Este centro se localiza na cidade em dois espaços: o Parque Regional de Manutenção da 3ª Região Militar tem a missão de especializar oficiais para a oficina de manutenção dos blindados (chamados popularmente por tanques de guerra); e o Centro e Instrução de Blindados que tem por objetivo a formação e habilitação militar na condução de viaturas blindadas e mecanizadas da Força Terrestre.

Apoiado nos avanços e meios tecnológicos, o Parque é responsável pela manutenção dos blindados, desde a importação de peças a sua implantação nos veículos. Ele é divido em três grandes segmentos de indústria: moveleiro, mecânicos e frisagem, separando o ensino em como especializar tecnicamente o blindado, empregar as técnicas aprendidas e a própria manutenção. O maior diferencial é o aspecto técnico, cooperando com outras instituições civis e militares referente aos blindados. O treinamento é realizado dentro do Parque e faz a manutenção de todos os materiais do Rio Grande do Sul e parte do Paraná.

Oficina de manutenção dos blindados

Movidos a Diesel, os blindados têm um ciclo de vida de 15 anos e suportam um tanque de até 700 litros. Parte dos veículos é fabricada por uma empresa alemã (KMW), instalada em Santa Maria em parceria com o Exército Brasileiro. A falta de peças desses veículos é o maior problema de manutenção. É preciso importar as peças, que levam de 6 meses a 1 ano para chegarem de Washington. Como há dificuldade e demora de importação, em muitos casos os militares acabam se mantendo com as peças importadas do ano anterior.


Em parceria com o Exército e o Polo Moveleiro de Santa Maria, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Rio Grande do Sul (SENAI-RS) ministra diversos cursos, desde a carpintaria, confecção de peças à montagem de motores. A empresa é multinacional e escolhe diversos jovens aprendizes de todas as idades para terem uma formação profissional na área técnica, com o intuito de beneficiar a comunidade. “O SENAI, juntamente com o Exército, me proporcionaram não só um bom ambiente de trabalho, mas segurança e experiência”, conta a estudante Ana Gabrielle, de 15 anos, aprendiz do Curso de Aprendizagem Industrial Básica.
Jovens aprendizes em aula de carpintaria /Isabella Campedelli
Após seu tempo de trabalho no parque de manutenção, alguns militares e também funcionários do SENAI são contratados pela empresa alemã como forma de incentivo e aproveitamento de mão de obra.

O Parque ainda conta com um Centro de Instrução de Blindados, que tem por objetivo especializar oficiais e sargentos em treinamento tático e operacional desenvolvendo a doutrina militar. São militares do Brasil inteiro que vão ao centro receber instrução e quando voltam para a sua unidade de origem têm a missão de ensinar aos outros companheiros a experiência adquirida.

Além de ser um polo rodoferroviário, Santa Maria é um irradiador militar e tem uma posição geográfica privilegiada por estar situada no centro do Rio Grande do Sul. Isso justifica a importância das atividades militares desenvolvidas na região.

Simuladores

O Centro de Adestramento e Avaliação realiza mobilidade e exercício de simulação de combate para os militares do Exército. Voltado a proporcionar as melhores condições de treinamento de combate, o exercício proporciona técnicas e procedimentos de tropas blindadas em ambientes reais e virtuais.
Simulador virtual /Isabella Campedelli
Divido em três subsistemas básicos, o Centro trabalha com canhões (linhas de fogo), central de tiro e observação, executando operações planejadas, em ambiente virtual. São estruturas de alta tecnologia, empregadas com equipamentos de simulação de combate de última geração.

A mobilidade de Simulação Viva é a mais atual. Envolve pessoas reais, operando com sistemas reais. Os militares são colocados em campo, em situações de combate. É usado laser de categoria 1, que não machuca o ser humano.

Outras duas mobilidades são a Virtual, que envolve pessoas reais, operando em sistemas simulados ou operados por computador e a Construtiva, que envolve tropas simuladas, operando sistemas simulados, controlados por pessoais reais. Essa última só existe na cidade de Santa Maria – RS.

“O Centro vai transformar o Exército Brasileiro em todos os sentidos, começando pelo socioeconômico”, completa o Tenente Coronel Carrião, comandante do Centro de Adestramento e Avaliação. Segundo o Tenente, o uso dessas tecnologias de simulação permitem economia de recursos, uma vez que sua aplicação em ambientes virtuais evitam a mobilização de tropas inteiras para as atividades de adestramento.
Simulador de condução de blindados /Isabella Campedelli
Além de Santa Maria, essa tecnologia e preparação avançada só existe nos Estados Unidos e Canadá e ainda está em fase de instalação.

O Exército e a Universidade de Santa Maria

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) é a primeira instituição no interior do Brasil que tem convênio com as Forças Armadas, por meio da Marinha e do Exército. Fundada há 54 anos, a instituição propõe que a pesquisa tecnológica seja colocada a serviço não apenas da comunidade mas da nação.

O objetivo do Governo Federal e do Exército é de promover a própria tecnologia e não só importar, incentivando a Universidade na produção e pesquisa de diversos projetos para desenvolvimento de equipamentos tecnológicos. A criação do ASTRO 20, um simulador para foguetes e mísseis de longa distância é o primeiro no Hemisfério Sul e tem o objetivo de auxiliar o Exército em defender o país em possíveis ataques. Outra pesquisa é a produção de um chip de precisão de canhão para o projeto de Submarino Nuclear da Marinha do Brasil.

Apesar da parceria militar, muitos dos recursos são provenientes da iniciativa privada. A Universidade faz o protótipo de todas as pesquisas e envia para o mercado, onde irá se tornar produto. “As Universidades estudam, aprimoram esses meios tecnológicos em prol da comunidade e Exército”, explica o General de Brigada Castro, comandante da 6ª Brigada de infantaria Blindada de Santa Maria.

A UFSM tem em média 29 mil estudantes, sendo 3 mil alunos Engenharia, 5 mil servidores e uma das melhores formações do país. Inovação, empreendedorismo e integração são as palavras-chave da relação da Universidade com as empresas, capacitando o aluno a atuar em qualquer ação.

Segundo a universitária Elen Brott, 19 anos, aluna do segundo semestre de Engenharia Elétrica pela UFSM, vários estudantes ajudam em determinados projetos. “Eu sei da interação do Exército com a Universidade, mas como aluna recente, não tenho total conhecimento. Sempre percebo meus amigos comentando e também já ouvi aviões do Exército passando por lá”, conta. A estudante tem interesse em participar de projetos de pesquisa na parte de energia para ajudar a faculdade e também o Exército Brasileiro.

A Universidade de Brasília e o Exército Brasileiro

Em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), o Exército Brasileiro levou estudantes de comunicação para a cidade de Santa Maria – RS no período de 23 a 25 de junho. O projeto é coordenado pelo Centro de Comunicação Social do Exército Brasileiro (CCOMSEx), situado em Brasília. A comitiva contou também com representantes do Executivo que, juntamente com os alunos, foram conhecer o trabalho desenvolvido pelos militares na região.
Foto: Maurílio Kelly
O projeto Formadores de Opinião tem como objetivo apresentar o trabalho das Forças Armadas em diversas regiões do país para os estudantes de Comunicação de diversas universidades. Assim eles podem produzir conteúdos que serão divulgados em canais de comunicação da própria universidade para que outros possam conhecer esse trabalho.

A viagem contou com quatro estudantes, duas de Jornalismo e duas de Comunicação Organizacional, e um professor da Faculdade de Comunicação. As estudantes tiveram acesso a diversas atividades na cidade, que integra o único centro de blindados do país. O Parque Regional de Manutenção de Blindados, o Centro de Instrução de Blindados, o Pavilhão de Simuladores foram alguns dos lugares visitados, além da visita a Universidade Federal de Santa Maria.

Fonte: UnB

Operação Lava Jato: É preso Vice-Almirante Otton Luiz Pereira da Silva


O presidente licenciado da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva foi preso em casa na manhã desta terça-feira (28) pela Polícia Federal, segundo a assessoria de imprensa da estatal, que é subsidiária da Eletrobras.

O dirigente da empresa se afastou do cargo em 29 de abril, após ser citado na Operação Lava Jato por possíveis irregularidades em contratos para a construção da usina nuclear Angra 3. Desde então, o diretor de operação da empresa, Pedro Figueiredo, assumiu interinamente a presidência.

A Polícia Federal está hoje na sede da empresa, no Rio de Janeiro, cumprindo mandados de busca e operação. A Eletronuclear afirmou que vai se pronunciar por meio de nota. Cerca de 180 Policiais Federais cumprem 30 mandados judiciais desde o início da manhã, como parte da 16ª fase da Operação Lava Jato, chamada Radioatividade. São 23 mandados de busca e apreensão, dois de prisão temporária e cinco de condução coercitiva. As ações ocorrem em Brasília, no Rio de Janeiro, em Niterói, São Paulo e Barueri.

O foco das investigações são contratos firmados por empresas já mencionadas na Operação Lava Jato com a Eletronuclear, subsidiária da Eletrobras.

Fonte: TERRA

Cientistas e especialistas em tecnologia querem manter inteligência artificial fora da indústria de armas



Talvez devêssemos levar os avisos dados por RoboCop mais a sério. Cientistas famosos, engenheiros e empresários estão se unindo para organizar um movimento contra o desenvolvimento de armas autônomas.


Em carta aberta publicada na última segunda-feira (27) pelo instituto Future of Life – um grupo de pesquisa cuja grande preocipação é assegurar que a humanidade permaneça responsável pelo futuro da tecnologia – nomes como Stephen Hawking, Elon Musk e Steve Wozniak, junto com centenas de outros pesquisadores, assinaram embaixo do pressuposto de que “iniciar uma corrida armamentista com inteligência artificial é uma má ideia”.

A carta questiona a noção de pesquisar tecnologia que possa ser usada para matar seres humanos remotamente sen que ninguém dê o comando a essas armas para fazê-lo. Por mais que hoje tenhamos tecnologia aérea que nos permite matar alguém no Oriente Médio a partir de um container de navio na fronteira de Las Vegas, não é essa a preocupação do instituto. O documento aberto afirma que o foco não são “mísseis de cruzeiro ou drones pilotados remotamente e para os quais sereshumanos tomam todas as decisões relacionadas aos alvos”.

Em vez disso, a organização chama atenção para a tecnologia facilmente replicável que pode procurar e matar pessoas tomando por base “critérios pré-definidos”.
Segundo o texto:

 “Diferente das armas nucleares, [armamentos autônomos] não exigem matéria prima cara ou difícil de obter, então podem se tornar baratos e abundantes para produção em massa por parte de todas as potências militares. Será apenas questão de tempo até que apareçam no mercado negro e nas mãos de terroristas, ditadores buscando controlar melhor suas populações, senhores da guerra perpetrando limpezas étnicas, etc. Armas autônomas são ideais para tarefas como assassinatos, desestabilização de nações, opressão de poplações e extermínio seletivo de um grupo étnico particular”.

Ainda que a tecnologia de inteligência artificial de que dispomos no momento ainda esteja lutando para ficar em pé e aprender técnicas de direção defensiva, o instituto diz que tecnologias militares que poderiam levar a robôs matando pessoas podem ser “viáveis em questão de anos, não décadas”.

Três engenheiros famosos também assinaram uma carta aberta da organização em janeiro deste ano para assegurar que as pesquisas em inteligência artificial sejam rigidamente estruturadas de modo a evitar a criação de “exterminadores do futuro”. O documento lançado na segunda-feira vem logo antes da edição de 2015 da Conferência Conjunta Internacional de Inteligência Artificial, que começou também dia 27 em Buenos Aires.

Ao longo desta semana o físico Stephen Hawking também estará respondendo perguntas no Reddit, dentro do tópico principal “tornando o futuro da tecnologia mais humano”. Usuários do Reddit já enviaram perguntas desde ontem, e Hawkings começará a responder a partir de hoje (28). Sem dúvida, alguns desses questionamentos vão tocar no papel que robôs e inteligência artificial terão em nosso futuro.

Caças da FAB decolam do RS e cumprem missão no Mato Grosso

Objetivo foi reconhecer áreas de interesse na fronteira do Brasil com a Bolívia

Dois caças de reconhecimento RA-1 (AMX) da Força Aérea Brasileira (FAB) cumpriram nesta segunda-feira (27/7) um voo de mais de 3,6 mil quilômetros, com mais de 5 horas de duração. As aeronaves decolaram de Santa Maria (RS) para capturarem imagens de áreas de interesse na fronteira do Brasil com a Bolívia, sobre o estado do Mato Grosso.

A missão faz parte da Operação Ágata 9 e tem como objetivo alimentar o Comandante da Área de Operações com dados fundamentais ao combate das atividades ilícitas nas áreas de fronteira.

As aeronaves do Esquadrão Poker (1º/10º GAV) decolaram às 10h e realizaram duas operações de reabastecimento aéreo com apoio de aeronave KC-130 do Esquadrão Gordo (1/1 GT), na ida e na volta, sobre o estado do Mato Grosso do Sul. As áreas, localizadas a até 61 km da fronteira com a Bolívia, foram identificadas por meio do sensor Reccelite.

É um dos mais modernos utilizados atualmente, inclusive por outras forças aéreas do mundo, por ser capaz de realizar o sensoreamento de áreas com câmeras visuais e infravermelhas, durante o dia e à noite, a grandes distâncias e alturas do solo.

“Esse tipo de missão é extremamente importante para a Operação, pois possibilita o levantamento de dados necessários para as ações decorrentes, a serem tomadas pelo comando e agências envolvidas na Ágata 9 ", explica o Chefe do Estado-Maior Conjunto do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), Brigadeiro do Ar Jefson Borges.

Avião da FAB sofre acidente durante treinamento em Lagoa Santa

Divulgação
Aeronave atravessou a pista e foi parar em um barranco. Ninguém ficou ferido

Minas Gerais foi palco de mais um acidente aéreo. Uma aeronave Bandeirante EMB 110 da Força Aérea Brasileira (FAB) sofreu acidente nessa segunda-feira na base aérea de Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O avião atravessou a pista e foi parar em um barranco. As hélices atingiram o solo e se partiram. Ninguém ficou ferido. O em.com.br recebeu com exclusividade nesta terça-feira imagens do acidente. 

As fotos mostram um rastro deixado pela aeronave na terra no fim da pista de pouso. O avião estava sendo usado em um voo no Parque de Material Aeronáutico de Lagoa Santa, quando foi registrada a ocorrência. Os ocupantes faziam um treinamento de pouso e decolagem. Em uma das tentativas de subir com a aeronave, os flaps estavam puxados, por isso, o avião não decolou. Logo depois do acidente, militares foram atender os ocupantes, que passavam bem. 

Os detalhes de como aconteceu o acidente não foram repassados pela Aeronáutica em Lagoa Santa. O em.com.br foi informado que os responsáveis pelo setor de comunicação deixaram a unidade por volta das 16h15 e que retornam somente nesta quarta-feira. 

Divulgação

Acidentes aéreos estão acontecendo com frequência em Minas Gerais este ano. Já foram registradas nove quedas de aeronaves, com 17 mortos, em 2015. A primeira tragédia aérea do ano ocorreu em 19 de fevereiro, na Zona Rural, em Bueno Brandão, no Sul de Minas. Testemunhas contaram que viram o avião sem uma das asas antes de bater em árvores. Os corpos das vítimas foram encontrados por policiais militares e o Corpo de Bombeiros fora da cabine, que ficou destruída. As vítimas foram identificadas como Eduardo Laurentez de Caiado Castro, que pilotava a aeronave, e os tripulantes Júnia de Sales Caiado Castro, 25 de anos, Talita Mariana Tornel, 29, e o namorado dela, identificado apenas como Eduardo. Segundo o Corpo de Bombeiros, o avião saiu de Paraty, no Rio de Janeiro, e seguia para Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

No dia 04 de maio, foi encontrado o corpo do piloto de um ultraleve que ficou desaparecido durante quatro dias, na Serra da Canastra, Região do Alto Paranaíba. Apenas o piloto estava na aeronave no momento do acidente. Ele morreu na hora. De acordo com a Polícia Civil, a aeronave saiu de Pirassununga e teve problemas ao passar pela Serra da Canastra, quando caiu no local conhecido como Serra do Rolador. 

Em 5 de junho um avião agrícola caiu em Monte Carmelo, no Alto Paranaíba e matou uma pessoa. Dois dias depois, um bimotor caiu em cima de uma casa no Bairro Minaslândia, Região Norte de Belo Horizonte, depois de decolar do aeroporto da Pampulha, matando piloto, copiloto e um passageiro.

No dia 17, o helicóptero Jet Ranger 206-B prefixo PT-YDY caiu em Santa Rita de Ouro Preto, distrito de Ouro Preto, na Região Central do estado. Morreram os três ocupantes: o piloto Felipe Piroli, de 24 anos, além do empresário Roberto Queiroz, de 63, dono de uma corretora com atuação em Minas e no Rio de Janeiro, e de seu filho, Bruno Queiroz, de 23.

A última ocorrência foi registrada em 14 de julho em Tumiritinga, na Região do Vale do Rio Doce. A aeronave emq ue estava o prefeito da cidade de Central de Minas, Genil Mata da Cruz (PP), de 39 anos, e um funcionário dele, de 28, caiu em uma fazenda ocupada por famílias do Movimento dos Sem-Terra (MST). Os dois morreram. Testemunhas contaram à polícia que o avião jogava uma espécie de coquetel molotov contra os invasores. 

Divulgação

Fonte: EM

Novas imagens mostram reação de Bush após atentados de 11 de setembro

Os ataques terroristas contra os prédios do World Trade Center e do Pentágono, nos Estados Unidos, chocaram o mundo em 11 de setembro de 2001. Novas imagens mostram as reações da cúpula do governo americano ao receber a notícia. 

As fotos, que teriam sido feitas por um fotógrafo da equipe presidencial, retratam os então presidente e vice, George W. Bush e Dick Cheney, logo após os atentados. A maioria das fotos foram tiradas no porão de segurança da Casa Branca, para onde os líderes foram levados por agentes do serviço secreto porque ainda havia o temor que novos ataques pudessem acontecer. 

Bush aparenta tensão ao conversar com oficiais no bunker de segurança, local preparado para suportar até mesmo um ataque nuclear. Outros membros do governo, como Condoleezza Rice, aparecem nas imagens. As fotos foram feitas pouco antes do pronunciamento de Bush à nação após os ataques. 



Fim da guerra no Oriente Médio é próximo passo após pacto nuclear, diz Rohani

Rohani: ""Uma das vantagens do acordo de Viena é a cooperação para cumprir com nossas obrigações". EFE/Bagus Indahono
Após o acordo nuclear, o presidente do Irã, Hassan Rohani, considera que o próximo passo na cooperação com o Grupo 5+1 (Estados Unidos, Rússia, China, França, Reino Unido, mais Alemanha) é o fim da guerra, do terrorismo e do banho de sangue no Oriente Médio, informou nesta quarta-feira a agência oficial "Irna".

Rohani passou essa mensagem na reunião que manteve com a alta representante da Política Externa da União Europeia (UE), Federica Mogherini, durante sua visita a Teerã ontem.

"Uma das vantagens do acordo de Viena é a cooperação para cumprir com nossas obrigações compartilhadas rumo à humanidade e seus ideais, combater o terrorismo e deter a guerra e o derramamento de sangue de pessoas inocentes", disse Rohani.

O presidente iraniano, de tendência moderada, destacou que o acordo nuclear, chamado Plano Integral de Ação Conjunta (JCPOA, na sigla em inglês), é "crucial para o futuro da região, da UE e do mundo em geral" e "constitui uma exibição brilhante do poder da diplomacia para resolver questões internacionais".

"O acordo enviará uma mensagem de paz para todos os países. Será um testemunho de que os acordos internacionais que incorporem a justiça em seus alicerces poderão ainda ser efetivos e que o diálogo poderá chegar a soluções potenciais aos conflitos políticos", disse.

Durante a visita a Teerã, Mogherini e o ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, anunciaram a abertura de novas rodadas de negociação e diálogo de alto nível para tratar de temas políticos e de segurança, tanto bilaterais como regionais e globais, aproveitando o bom momento após o pacto nuclear.

A chefe da diplomacia europeia indicou que o JCPOA, que será aplicado com coordenação da UE, abrirá "um novo capítulo" nas relações com o Irã.

Fonte: EFE

Líder xiita do Iraque diz que EUA não querem acabar com o Estado Islâmico

Qais al-Khazali, líder da milícia xiita iraquiana Assaib Ahl al-Haq.
O líder da milícia xiita iraquiana Assaib Ahl al-Haq, Qais al-Khazali, disse à Reuters que a campanha da coalização internacional comandada pelos EUA contra o Estado Islâmico haviam fracassado por conta dos interesses norte-americanos na região.

“Os EUA não querem resolver a crise, mas gerenciá-la. Não querem acabar com o Daesh (Estado Islâmico). Querem explorar o Daesh para alcançar seus projetos no Iraque e na região. O projeto norte-americano no Iraque é repartir a região”, disse al-Khazali.

Segundo ele, Washington não tem vontade de combater o grupo jihadista sunita. O líder da Assaib Ahl al-Haq destacou que a coalizão internacional fracassou em aumentar o número de ataques aéreos à região controlada pelo Estado Islâmico.

A milícia liderada por al-Khazali e as Brigadas Badr e Kataib Hezbollah são os principais grupos paramilitares do Comitê de Mobilização Popular do Iraque, o Hashid Shaabi, entidade oficial do governo que mobiliza voluntários para a luta contra o Estado Islâmico. É a força mais poderosa do país.

Al-Khazali explicou que o Hashid Shaabi tem enfrentado a resistência dos EUA. Ele afirmou que as autoridades norte-americanas vêm pressionando o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, para limitar a presença dos voluntários xiitas no combate ao Estado Islâmico.

Fonte: Sputniknews

FARC: Suspensão dos bombardeios colombianos é benéfico para a paz

Representantes das FARC em Havana.
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) reagiram de forma bastante à suspensão dos bombardeios das forças colombianas sobre seus acampamentos. Em Havana, Cuba, onde representantes do grupo e do governo da Colômbia negociam uma solução pacífica para o conflito no país, o grupo manifestou sua posição na terça-feira (28) em um comunicado.

No último final de semana, o governo colombiano interrompeu os ataques aéreos contra as posições das FARC. Antes, na sexta-feira (20), o grupo já havia decretado um cessar-fogo unilateral. As ações dos dois lados foram tomadas em virtude de uma nova rodada de negociações de paz em Havana.

Uma equipe de especialistas da ONU está acompanhando, na capital cubana, as discussões entre os representantes dos dois lados das questões. O conflito colombiano já fez mais de 220 mil vítimas fatais e provocou o deslocamento interno de mais de 6 milhões de pessoas em cinco décadas.

Um fracasso na trégua atual, porém, poderia ser desastroso. Juan Manuel Santos afirmou, em Bogotá, que se o cessar-fogo for violado novamente será difícil a reconstrução do processo.

Fonte: Sputniknews

ONU criticou julgamento na Líbia e sentença de morte para filho de Khaddafi

Sede da ONU em Nova York
O Escritório de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) declarou estar “profundamente preocupado” com os veredictos e sentenças emitidas a ex-funcionários do ex-líder líbio Muammar Khaddafi.

Nesta terça-feira (28), em Trípoli, um tribunal condenou à pena de morte o filho de Khaddafi, Saif al Islam, e mais oito réus acusados de crimes de guerra associados à revolução de 2011. Al Islam não estava no tribunal. Sete réus receberam penas de sete anos de prisão.

Em nota, o escritório revela ter acompanhado de perto a detenção e o julgamento. A conclusão é que as “normas internacionais de julgamento justo não foram cumpridas”. Entre as deficiências principais do processo está a “incapacidade de se estabelecer a responsabilidade criminal individual” em relação a crimes específicos.

Segundo o órgão da ONU, houve problemas em relação ao acesso a advogados, alegações de maus-tratos e julgamentos conduzidos à revelia. Apesar de considerar essencial a responsabilização por violações graves dos direitos humanos, o escritório disse que isso deve ser feito com adesão aos padrões internacionais de julgamento justo. O outro requisito é o pleno respeito aos direitos dos réus.

A Anistia Internacional e a Human Rights Watch também criticaram o julgamento na Líbia. Segundo as organizações defensoras dos direitos humanos, durante o julgamento foram registradas “graves violações” contra a Justiça internacional.

“Houve denúncias de violações durante o julgamento que merecem uma revisão judicial independente e imparcial”, afirmou Joe Stork, subdiretor para o Oriente Médio e África da Human Rights Watch.“As vítimas dos graves crimes cometidos durante a revolta de 2011 merecem que se faça justiça, mas só se conseguirá por meio de um processo justo e transparente”.


Para a organização, a atual crise política na Líbia e a degradação das condições de segurança criam dúvidas sobre a independência dos juízes e procuradores para julgar o caso de forma independente e imparcial. A Anistia Internacional também ressaltou a incapacidade da Líbia para administrar a justiça com base nos critérios internacionais.

As duas organizações denunciam também que o filho de Khaddafi foi julgado à revelia, porque se encontra detido pelas milícias da cidade de Zintan, a 159 quilômetros de Tripoli, que se recusaram a entregá-lo às autoridades desde a sua captura em novembro de 2011, informou Agência Brasil.

Fonte: Sputniknews

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30/07/2015 - Especialistas decifram o pergaminho bíblico mais antigo do mundo
30/07/2015 - Índia vai superar a China e se tornará o país mais populoso em 2022
30/07/2015 - Guerra contra EI põe EUA entre turcos e curdos
30/07/2015 - Rússia investe em submarinos com poder de ficar debaixo d’água por mais tempo
30/07/2015 - Membros dos BRICS participam dos Jogos Militares na Rússia
30/07/2015 - Alemães e franceses se unem para criar gigante do setor de armas.
30/07/2015 - Pentágono prevê mais intervenções militares dos EUA no exterior devido a crise climática 
30/07/2015 - Estado Islâmico prepara “guerra do fim do mundo” com participação dos EUA


29/07/2015 - Estudantes da UnB acompanham ações do Exército em Santa Maria
29/07/2015 - Operação Lava Jato: É preso Vice-Almirante Otton Luiz Pereira da Silva
29/07/2015 - Cientistas em tecnologia querem manter inteligência artificial fora da indústria de armas.
29/07/2015 - Caças da FAB decolam do RS e cumprem missão no Mato Grosso
29/07/2015 - Avião da FAB sofre acidente durante treinamento em Lagoa Santa
29/07/2015 - Novas imagens mostram reação de Bush após atentados de 11 de setembro
29/07/2015 - Fim da guerra no Oriente Médio é próximo passo após pacto nuclear, diz Rohani
29/07/2015 - Líder xiita do Iraque diz que EUA não querem acabar com o Estado Islâmico
29/07/2015 - FARC: Suspensão dos bombardeios colombianos é benéfico para a paz
29/07/2015 - ONU criticou julgamento na Líbia e sentença de morte para filho de Khaddafi


28/07/2015 - Magistrados da 4ª Região participam de curso de segurança no Exército
28/07/2015 - Operação Ágata 9 apreende 4 toneladas de maconha no quinto dia de ação
28/07/2015 - Brasil formaliza fim do acordo com a Ucrânia para lançamento de foguetes
28/07/2015 - Após ataques do Boko Haram, Camarões mobiliza 2 mil soldados
28/07/2015 - Marinha do Brasil utiliza tecnologia de ponta durante Operação Ágata 9
28/07/2015 - Comando Militar Sul: Apoio às vítimas das chuvas no RS
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28/07/2015 - Turquia suspende processo de paz com curdos
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28/07/2015 - Turquia detém mais de mil pessoas em operação antiterrorista
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28/07/2015 - Submarino misterioso é encontrado em águas suecas 



27/07/2015 - Israel convoca reservistas para grande exercício militar
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27/07/2015 - Força Aérea Brasileira realiza Exercício de Busca e Salvamento em Combate
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27/07/2015 - Rússia planeja novo Submarino nuclear interceptador e assassino de Porta-Aviões.
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27/07/2015 - Confrontos e bombardeios violam primeiro dia de trégua no Iêmen
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26/07/2015 - OTAN se reúne na terça a pedido da Turquia
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25/07/2015 - Tensão no Cáucaso! 6 mortos em conflito Azerbaijão x Armênia na fronteira!
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