quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Ares-REMAX

Ares-REMAX
Armas Remotamente Controlada

Ficha Técnica:

Plataforma: 
Tanques
Veículos Blindados
Navios
Barcos Patrulhas
Plataforma Fixa

Aquisição de Alvos (Diurno e Noturno):
Detecção: 5000m
Reconhecimento: 2000m
Identificação: 1000m

Tipo de Plataforma: Giro Estabilizado

Capacidade de Armas:
HB M2 Calibre .50
MAG Calibre 7,62mm
Lançador de Granadas

Rearme Automático

Peso Máximo: 200kgf
Arco de Fogo Vertical: -10° a 60°
Arco de Fogo Horizontal: Livre 360° (sem Limitações)


Único equipamento do tipo em desenvolvimento no Hemisfério Sul permite que atirador opere o armamento em segurança de dentro da viatura blindada

A empresa brasileira Ares e o Centro Tecnológico do Exército (CTEx) apresentaram na LAAD o REMAX - Reparo de Metralhadora Automatizado X. O produto estava em exposição no estande do CTEx e no mock-up da nova VBTP-MR. Único sistema de armas de sua modalidade em desenvolvimento em países ao sul do Equador, o REMAX é, segundo nomenclatura internacional, uma estação de armas remotamente controlada (Remotely Controlled Weapon Station), equipada com visão noturna e capaz de receber armamentos diversos como metralhadoras calibre 7,62mm e .50’’.

Instalado em qualquer viatura blindada brasileira atual como o Urutu e o M-113 ou nas futuras VBTP-MR, além de qualquer veículo internacional em operação ou em projeto, o sistema permite ao atirador a operação segura do armamento, já que o militar permanece no interior da viatura e não do lado de fora, exposto a ataques inimigos. O REMAX possibilita a observação da região de combate em 360°, a busca e identificação de alvos e a realização da pontaria e do tiro com campo vertical de -20° a 60°. Essas operações são controladas por intermédio de um monitor e de uma alavanca de manejo e podem ser realizadas de dia ou à noite, utilizando para isso um sistema ótico completo, equipado inclusive com uma câmera térmica.

O projeto teve início em 2006 e foi o primeiro conduzido pelo CTEx na área de armamento e munição a empregar a tecnologia de plataformas servo-estabilizadas em sistemas de armas. Desde então, o REMAX foi desenvolvido em quatro fases, que gradativamente incrementaram a capacidade do produto. Na Fase I, o sistema permitia a realização de tiro diurno com metralhadora .50’’. A Fase II consistiu na integração com a metralhadora 7,62mm. O equipamento de visão noturna foi integrado na Fase III, enquanto a Fase IV estabilizou o sistema de forma a permitir o tiro com a viatura em movimento. Além de metralhadoras calibre 7,62 ou .50’’, as tecnologias presentes no REMAX permitirão também a instalação de um Lançador Automático de Granadas 40mm (LAG).


A produção do primeiro protótipo terminou em 2008, quando o REMAX foi testado pelo Centro de Avaliação do Exército (CAEx). Na LAAD 2009, dos dois sistemas em exposição, um deles estava instalado no mock-up da nova VBTP-MR, enquanto o segundo, instalado no estande do CTEx, estava ligado e mostrando o que é capaz.

Com um monitor exibindo as imagens dos sensores da torre, um painel de controle e dois joysticks, um operador da Ares demonstrava as capacidades do REMAX. Sua câmera transmite uma imagem de excelente qualidade e com um grande zoom. A imagem pode ser alterada para a do visor térmico com um simples toque de botão, transmitindo uma imagem de igual qualidade, que garante a visibilidade em condições de baixa ou nenhuma luz.

De acordo com a Ares, o desenvolvimento do REMAX já está concluído. A partir de agora, serão feitas pequenas modificações com o intuito de diminuir o peso total do sistema, melhorando assim seu desempenho. O primeiro operador deve ser o próprio Exército Brasileiro, mas o produto já despertou interesse de clientes externos.



2 comentários:

  1. Daria pra colocar quatro dessa em cima de apenas um Guaraní?

    ResponderExcluir
  2. INTEGRA-LO COM CALIBRES MAIS PESADOS COMO CANHÕES E MISSEIS.

    ResponderExcluir