sábado, 27 de julho de 2013

S-34 Tikuna


S-34 TIKUNA



Classe Tikuna
S-34 Tikuna 2005
S-35 Tapuia Cancelado


Estaleiro:    Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro
Batimento de Quilha: dezembro de 1998
Lançamento: 9 de março de 2005
Incorporação: 16 de dezembro de 2005

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 1.400 ton (padrão), 1.550 ton (carregado em mergulho).
Dimensões: 62.05 m de comprimento, 6.20 m de boca (7.60, incluindo os hidroplanos da popa) e 5.50 m de calado.
Propulsão: diesel-elétrica
4 motores diesel de 12 cilindros MTU 12V396 de 940 hp cada
4 geradores elétricos AEG de 690 Kw cada, 
1 motor elétrico, acoplado a um eixo e um hélice de cinco pás, gerando 5.000 shp (5000KW)
Combustível: 400.000 litros de diesel (aproximadamente).
Eletricidade:  480 baterias SATURNIA 31DD16, cada uma pesando 650 quilos e 1,70 M de Alt.
Velocidade: máxima de 20 nós (superfície) e 11 nós (imersão).
Raio de ação: 20000Km a 11 nós  
Autonomia: 50 Dias
Profundidade máxima de mergulho: 250 metros.

Armamento: 8 tubos de torpedos de 21 pol. (533 mm), instalados na proa, Minas e Misseis.
Torpedos: 16 torpedos Mk 24 Tigerfish Mod.1 (filoguiado) ou Bofors T2000
Misseis: 4 x MBDA EXOCET SM-39 (Anti-navio)
Minas: Acústico-magnéticas MCF-01/100-Instituto de Pesquisas da Marinha (IPqM)
Controle de Armas: sistema de direção de tiro e dados táticos ISUS 83-13.
Sensores:  2 periscópios Kollmorgen com ECM e MAGE AR-900 integrado
Sonar: Atlas Elektronik GmbH CSU 83/1 / Pesquisa activa/passiva
Radar: superfície Scanter MIL-24X.

Tripulação: 41 homens, sendo 8 oficiais e 33 praças.
Comandantes que servirão no S-34 TIKUNA



CF Francisco Antônio de Oliveira Júnior  
CF Eduardo Antonio Pires Martins 
CF Alexandre Madureira de Souza



Rápido e silencioso, ele é o guarda-costas perfeito para os 8,4 mil quilômetros de costa marítima do Brasil. O Tikuna incorpora inovações tecnológicas que lhe garantem melhor desempenho, menor ruído e maior período de submersão. A etiqueta Made in Brazil confirma o país no seleto grupo de quinze nações com capacidade de fazer submarinos e permite que seja plataforma de construção e reparo para clientes da América do Sul e da África

Navegar em submarinos é antes de tudo um exercício de adaptação a pequenos espaços.Algo como viver feito sardinha em lata.Não é sem motivo que o cinema gosta de explorar as tensões que surgem entre pessoas confinadas num artefato de metal, sem poder ver a luz do sol e cercadas por muitos milhões de metros cúbicos de água.Todo cuidado é pouco quando se trata de passar dias submerso. O capitão-de-fragata Francisco Antonio de Oliveira Júnior, comandante do Tikuna, o mais novo submarino brasileiro,passa a vida em estado de alerta. Sua audição aguçada está sempre procurando qualquer leve barulhinho na mais ínfima parte do submarino. E são muitas,muitas partes.Só as válvulas são incontáveis,mas Oliveira Júnior é capaz de dizer como cada uma delas está operando.
O S34-Tikuna,quinto submarino a compor a frota brasileira,não é nuclear, como o Seaview, comandado pelo almirante Harrigan Nelson, do seriado de TV Viagem ao Fundo do Mar.Ele é do tipo convencional,movido a bateria. Contudo,obviamente,não se trata de bateria comum. Em cada uma há 480 elementos. E as baterias são um dos golfiitens de tecnologia nacional embarcados no submergível.

Embora construído no Brasil,o Tikuna é um projeto adaptado do modelo alemão IKL-209.Por isso, seu nome oficial é IKL-209-1500.Sua história começou em 1982, quando a Marinha brasileira assinou um contrato com o consórcio alemão Ferrostaal/Howaldtswerke Deutsche Werft (HDW), responsável pela construção do primeiro submarino no mundo, em 1850.

Os engenheiros navais brasileiros projetaram diesel - gerador espotentes e eficientes, que reduziram o tempo de recarga das baterias O submarino brasileiro é extremamente silencioso, resultado de tecnologia nacional. A tripulação do Tikuna consegue ouvir um golfinho se aproximando

O negócio previa a construção de dois navios. O primeiro feito na Alemanha, com acompanhamento de técnicos brasileiros, e o segundo fabricado no Brasil, no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. Foi assim que surgiram o submarino Tupi, de 1989,e o Tamoio, lançado seis anos depois. Posteriormente, foram fabricados mais dois, evoluções do modelo inicial, e por isso considerados da família Tupi O Tikuna é o mais novo integrante da família. "É uma espécie de classe intermediária, com peculiaridades básicas do alemão IKL 209/ 1400, mas muito melhorado nos aspectos operacionais", informa o engenheiro naval Irineu Franco, que trabalhou na primeira fase do programa.

Indiscrição As diferenças são grandes e foram concebidas por engenheiros brasileiros.Das modificações introduzidas, a que mais se destaca diz respeito às baterias.Elas descarregam à medida que são usadas,e precisam ser recarregadas, como qualquer bateria. Mas a recarga é feita por dínamos movidos por motores a diesel,cuja combustão interna precisa de ar. Então, para a recarga, é necessário que pelo menos o mastro do submarino esteja na superfície.Esse é um momento perigoso,pois a embarcação fica exposta à detecção visual e de radar - razão pela qual é tão importante a redução do tempo de carga. Os engenheiros navais brasileiros projetaram diesel-geradores mais potentes e mais eficientes, com o que chamam de "menor taxa de indiscrição", ou seja,menor tempo de exposição visual.

Mas não é apenas por meio da visão que se detecta a presença de um submarino. Muitas vezes a embarcação se revela pelo ruído que produz.A arte de construí-los tem muito a ver com a capacidade de manter silêncio no ambiente aquático, em que o som se propaga rapidamente. Os brasileiros reduziram o nível global de barulho irradiado. Suavizaram as linhas do casco para que gerasse menos ruído hidrodinâmico, provocado pelo deslocamento de água.Dizem os tripulantes que, quando ficam quietos, podem ouvir até golfinhos se aproximando.O Tikuna é imperceptível, mais discreto por curtos períodos se comparado a um submarino nuclear. No conflito que envolveu Argentina e Inglaterra pelo controle das Ilhas Malvinas, em 1982,os submergíveis ingleses alijaram do cenário os navios argentinos. Se contasse com bons submarinos convencionais, a Marinha argentina poderia ter defendido melhor suas embarcações.





O Tikuna leva uma tripulação de sete oficiais e 29 praças.Possui oito tubos de torpedo e é movido por propulsão diesel-elétrica, com motor elétrico,baterias e conjuntos de motores diesel-gerador. Sua construção permitiu ao Brasil dominar o ciclo "projeto, construção e reparação",o que é positivo,já que o processo de fabricação de submarinos estimula o desenvolvimento de novas tecnologias para a indústria naval e beneficia outros setores, além de aumentar a geração de empregos.

O Tikuna proporcionou ao país o domínio do ciclo "projeto, construção e reparo" de submarinos, que, entre outros benefícios, estimula a indústria naval

Tikuna é o nome de uma das tribos indígenas mais guerreiras e persistentes do Brasil,motivo pelo qual foi escolhido para identificar o submarino que levou dez longos anos para ficar pronto.Nesse período, subforam gerados 402 empregos diretos e 2,1 mil indiretos, para militares e civis.

Tecnologia Construir um submarino,mesmo que convencional, é privilégio de poucos. No mundo, apenas quinze países têm a capacitação tecnológica necessária.No hemisfério sul,atualmente,somente o Brasil mantém um programa de construção em andamento, o que qualifica o país para a execução de outros projetos navais."O Brasil é candidato a ser plataforma de construção e reparo de submarinos de água rasa, podendo exportar para países da América do Sul, da África e mesmo para as nações desenvolvidas que se especializaram em submarinos de águas profundas", diz José Carlos Miranda, secretário de Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento.

Embora o Tikuna seja o maior submarino brasileiro, não se deixe enganar. Os 62 metros de comprimento desse charuto metálico até que parecem razoáveis,mas os 6,2 metros de diâmetro são preenchidos por tubulações,máquinas, sistemas, radares e um sem-número de aparatos. Por vezes, sobra apenas meio metro de largura para que os tripulantes caminhem nas instalações. Isso se ninguém quiser se aventurar pela sala de máquinas, onde para alcançar determinados cantos é preciso abaixar.



O lugar mais espaçoso da embarcação é a proa,onde estão abrigados os enormes torpedos. Por ironia, é justamente lá que todos costumam se reunir para o lazer - quando não estão em missão, é claro.O motivo é simples: o espaço permite relaxar um pouco,mesmo ao lado de torpedos, e é ali que fica a sala de televisão. Contudo, numa situação real de conflito ou treinamento, o local é bem perigoso. Basta lembrar que o submarino russo Kursk afundou em 2000, com 118 tripulantes a bordo, exatamente porque um torpedo defeituoso explodiu na proa após um treinamento.
O escritor Júlio Verne não estava brincando quando deu status de monstro ao submarino Nautilus comandado pelo Capitão Nemo, no longínquo ano de 1870, em seu livro Vinte Mil Léguas Submarinas. O capitão-tenente Aurélio Linhares descreve o submarino como um enorme cetáceo de aço que mergulha despercebido nas águas e delas emerge - ou nelas permanece obscuramente para sempre.A vida a bordo, para ele, é um rosário de pequenos e diários sacrifícios: "Cada um tranqüilo em seu posto.Mas a tensão nervosa está presente. Escutam-se todos os ruídos, checando se são normais.Acompanham- se todas as inclinações e os adernamentos, analisando-os para que não se agravem nem se prolonguem.Aspiram-se todos os odores: um curto-circuto na instalação, um derramamento de ácido. Há os que acompanham os manômetros, os grupos, a profundidade, as pressões...Na manobra e no cuidado de um pode estar a vida de todos".

Diferente do famoso yellow submarine ("submarino amarelo", em português) criado pelo grupo inglês The Beatles, no Tikuna não há escotilhas.A sensação de clausura submarina é real."O ar é renovado por um sistema chamado esnorquel, tanto para carregar baterias como para a respiração dos tripulantes",esclarece o comandante Oliveira Júnior.A embarcação sobe a uma profundidade suficiente para que o periscópio alcance a superfície e iça um mastro que suga ar com diesel-geradores. Um submarino convencional faz isso sempre que a carga de sua bateria cai a determinado nível. Quando sobe à tona por completo, oferece uma oportunidade única para os fumantes. Sim, isso mesmo, por incrível que pareça,existem tripulantes que conseguem conciliar o vício com a profissão de submarinista.









domingo, 21 de julho de 2013

BAPI - Bomba Anti-Pista

 BAPI - Bomba Anti-Pista



Produto desenvolvido e homologado, a bomba antipista, BAPI, será empregada em operações de bombardeio contra hangares, estacionamento e pistas de aeródromos.

É composta de quatro subsistemas: 
cabeça-de-guerra
controle
espoletagem
motor-foguete
frenagem.



Face as suas características funcionais, a BAPI é indicada para operações de bombardeio a baixa altura e alta velocidade contra pistas de aeródromos. A BAPI poderá ser empregada em aeronaves F-5E e A-1.

Envelope Operacional (BAPI)Velocidade de Lançamento (kt) 360 a 520
Altura de Lançamento
100

Características
Comprimento total (mm) 2690
Diâmetro maior (mm) 231
Envergadura (mm) 497
Massa Total (kg) 238
Carga Explosiva de (kg) 13

Efetividade
Diâmetro da cratera (m) 5 a 7
Profundidade da cratera (m) 1,5 a 2



Similares
DURANDAL-MATRA (Francesa) 


    BAPI
    BAPI

terça-feira, 9 de julho de 2013

Mísseis Anti-Radiação MAR-1 Mectron

MAR-1


O MAR-1 é um míssil tático do tipo ar-superficie anti-radiação de médio alcance com guiamento passivo por radar com múltipla opção de banda de passagem para ataque à sistemas de defesa antiaéreas baseadas em terra ou em plataformas marítimas. O MAR-1 será empregado no contexto de guerra eletrônica na função de Supressão da Defesa Aérea Inimiga.

Os mísseis anti-radar tem limitação para serem adquiridos e por isto a FAB está desenvolvendo o MAR-1 junto com o CTA e a Mectron desde 1998. Depois de disparado o míssil sobe até 10 mil pés e começa a varrer a área do alvo antes de mergulhar. O motor terá 2 estágios e alcance de cerca de 25 kms quando lançado de uma altitude de 10.000 metros, e atingira uma velocidade entre Mach 0,5 e Mach 1,2. O míssil pode ser programado com pontos de referencia. O RWR do AMX pode ser usado para detectar alvos supondo um modo de auto-defesa. As aletas de controle ficam no meio do míssil.




Historia

Em 1998 foi iniciado o programa para desenvolvimento de um míssil anti-radiação para equipar as aeronaves A-1 (AMX) da FAB, sendo esperado para 2008 o fim do seu desenvolvimento.

Desde o início o programa foi conduzido pelo DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), juntamente com a empresa Mectron, também de São José dos Campos, e atualmente se encontra na fase de ensaios. Segundo divulgação da FAB, já teriam sido realizados os ensaios de separação com a aeronave A-1B do IPEV (Instituto de Pesquissa e Ensaios em Vôo) DCTA.

Uma análise em cenário simulado mostrou que a cabeça de busca do MAR-1 tem condições de detectar um radar de baixa potência (no caso um diretor de tiro Skyguard) a distâncias maiores que 50 km.

Durante esta fase de desenvolvimento em que se encontra, constatou-se que uma das limitações para o emprego do MAR-1 é a definição da distância aeronave-radar, parâmetro imprescindível para um lançamento com sucesso. Tal fato pode ter levado seus desenvolvedores a reavaliarem alguns conceitos.

Uma das maiores dificuldades encontradas foi a falta de uma plataforma girométrica nacional (sistema de navegação que “pilota” o míssil enquanto este procura o alvo durante seu vôo) disponível para o míssil. Tal tecnologia é suscetível a embargos por razões políticas e estratégicas pelos países que dominam.

Para isso foi necessário um projeto, começando praticamente do zero, de um Bloco Girométrico Miniaturizado a Fibra Óptica com três eixos ortogonais que fornecessem ao computador de bordo as informações necessárias junto aos acelerômetros, garantindo precisão ao míssil.

O projeto deste subsistema foi financiado pelo FINEP e conduzido pelo IEAv (Instituto de Estudos Avançados do DCTA) e Mectron. Aparentemente foi concluído.

Um outro óbice surgiu em 1999 quando o governo brasileiro tentou efetuar uma compra de antenas espirais e alguns outros sistemas para o desenvolvimento da cabeça de busca do MAR-1 em um fabricante de Las Vegas, porém o governo americano vetou a compra alegando que "não é interessante para a defesa americana o Brasil introduzir armamentos anti-radiação nessa região". Diante deste obstáculo, o DCTA se viu com apenas uma alternativa: desenvolver localmente a cabeça de busca. Este subsistema então foi desenvolvido e testado com simuladores de emissões TS-100+ da Excalibur Systems (0,5 a 18 GHz) e aeronaves HS-125 da Divisão de Ensaios em Vôo do CTA, sabe-se inclusive que foi estudado pela FAB a instalação de sensores semelhantes nas aeronaves de patrulha P-95.

É provável que estejam sendo desenvolvidos duas cabeças de busca para o míssil, cada uma para certa faixa de freqüências dos radares alvos. Elas poderiam ser trocadas de acordo com o radar a ser atacado.

Inicialmente esperava-se que o MAR-1 fosse derivado do MAA-1, com as devidas adaptações nos sensores e aparência semelhante ao americano AGM-122 Sidearm, o que se mostrou equivocado quando da divulgação das primeiras imagens do míssil. Sua espoleta de proximidade foi (ou está sendo) desenvolvida pela empresa Opto Eletrônica de São Carlos que também participa do programa CBERS no qual será responsável por fabricar a câmera MUX para o satélite CBERS-3 capaz de gerar imagens de 20 metros de resolução, e do desenvolvimento de óculos de visão noturna (OVN) para o Exército Brasileiro, além de lentes, espelhos e espoleta de proximidade para o míssil MAA-1 e MAA-1B.




Quanto ao alcance que havia sido divulgado na imprensa especializada, que dava números de 25 km para um lançamento a 30 mil pés, a Mectron informa: “Isto está totalmente fora da realidade, são dados de um estudo aerodinâmico que não foram atualizados. O alcance atual, demonstrado em testes, é muito, mas muito maior que isso, e vamos melhorá-lo ainda mais. Para que se possa ter uma idéia, há pouco tempo efetuamos um teste com um novo motor que era tão potente que derreteu o bocal de exaustão e a porção traseira do míssil, fazendo com que tivéssemos que reprojetar tudo. Agora, um número real e definido eu não posso fornecer. É sigiloso”.1
Segundo o Brigadeiro Bueno, da Aeronáutica, vários países já solicitaram informações sobre o míssil.
O MAR-1 será empregado no contexto de guerra eletrônica, na função de supressão da defesa aérea inimiga.


No Paquistão

Paquistão começou a integrar os 100 mísseis anti-radiação MAR-1, fabricado pela Mectron, nos seus jatos de combate JF-17 Thunder e Dassault Mirage III e V.
O míssil possui um “seeker” passivo capaz de procurar e segmentar diferentes tipos de radares. Os radares podem ser direcionados de forma independente ou com os dados fornecidos pelas aeronaves de lançamento.


Fabricante: Mectron Indústria e Comércio
Produzido: 2012
Alcance: 60km a 100Km  
Altitude: 10.000m a 25.000m
Velocidade de lançamento: Mach 0,5 a Mach 1,2 (1200Km/h)
Ângulo de apresentação: Lóbulos laterais da antena do radar detectado
Ângulo de visada: 60°
Comprimento total: 4.030 mm
Diâmetro: 230 mm
Massa total: 274 Kg
Motor: Motor de foguete
Cabeça de Guerra: 90 Kg
Ogiva: Alto explosivo
Guiagem: Passiva
Sistema Orientação:  Radar passivo homing, home-on-jam, 800 MHz a 20 GHz
Espoleta: Ativa a laser

Custo: R$ 1.250.000,00 (Preço estimado da Venda do Missil Para o Paquistão)

Plataforma de Lançamento
A-1M 
F-5M
Mirage III ( Projeto ROSE )
Mirage V (Projeto ROSE)
JF-17 Trovão

Operadores 


Brasil 
Força Aérea Brasileira (?)


Paquistão 
Força Aérea do Paquistão (100)