sexta-feira, 21 de setembro de 2012

BLG-120/204/252 - Bombas Lança-Granadas


BLG-120/204/252 - Bombas Lança-Granadas

Bomba Lança-Granadas (BLG-120)
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Produto desenvolvido e homologado, a BLG-120 é uma bomba lança-granadas, tendo como carga bélica 86 submunições de efeito misto anticarro/antipessoal. Após o lançamento, decorrido um tempo pré-selecionado, a bomba tem seu revestimento aberto. A abertura do revestimento ocorre pela ação de carga oca linear, acionada por espoleta mecânica de tempo localizada na ogiva do artefato.
A dispersão das granadas, por centrifugação, é obtida em função da rotação adquirida pela bomba após o lançamento, determinando um padrão de espalhamento sobre o solo de forma aproximadamente elíptica.

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A BLG-120 é uma munição para ser empregada contra alvos dispersos sobre uma superfície, permitindo o ataque a baixa ou grande altura, em alta ou baixa velocidade, sem requerer pontaria demasiadamente precisa. A BLG-120 será empregada em aeronave AT-27, mas também poderá municiar aeronaves AT-26, F-5E e A-1.
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Bomba Lança-Granadas (BLG-204)
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Produto desenvolvido e homologado, a BLG-204 é uma bomba lança-granadas, tendo como carga bélica 183 submunições de efeito misto anticarro/antipessoal. Após seu lançamento, um sistema eletrônico comanda os seguintes eventos:
  • alijamento do pára-quedas de frenagem
  • corte do revestimento
  • ejeção seqüencial por efeito pirotécnico de 9 (nove) seções de granadas.

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A BLG-204 é uma munição concebida para emprego contra alvos dispersos sobre uma superfície, permitindo o ataque a baixa altura e alta velocidade. Dependendo das condições de lançamento, o espalhamento das granadas pode cobrir uma área equivalente a um retângulo de 30 X 400 m. A BLG-204 pode ser empregada em aeronaves F-5E e A-1.
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Bomba Lança-Granadas (BLG-252)

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Produto desenvolvido e homologado, a BLG-252 é uma bomba lança-granadas, tendo como carga bélica 248 submunições de efeito misto anticarro/antipessoal. Após o lançamento, decorrido um tempo pré-selecionado, a bomba tem seu revestimento aberto. A abertura do revestimento ocorre pela ação de carga oca linear, acionada por espoletas mecânicas de tempo, localizadas na ogiva e na cauda do artefato. A dispersão das granadas, por centrifugação, é obtida em função da rotação adquirida pela bomba após o lançamento, determinando um padrão de espalhamento sobre o solo de forma aproximadamente elíptica.
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A BLG-252 é uma munição para ser empregada contra alvos dispersos sobre uma superfície, permitindo o ataque a baixa ou grande altura, em alta ou baixa velocidade, sem requerer pontaria demasiadamente precisa. A BLG-252 pode ser empregada em aeronaves AT-26, F-5E e A-1e A/AT-29.
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BOMBAS LANÇA-GRANADAS
BGL-120BGL-204BGL-252
Velocidade de lançamento (kt)180 a 520360 a 520180 a 520
Altura de lançamento (ft)600360 a 520600
Espalhamento das granadas (m²)11.000500021.000
Raio letal de cada granada (m)151515
Perfuração das granadas (mm)120120120
Comprimento total (mm)2.1183.287355,6
Diâmetro maior (mm)292360400
Envergadura (mm)510580595
Massa total (Kg)120300324
EspoletaEOM-BLG (ogiva)EOM-BFA (ogiva) e
ECM-BLG (cauda)
SimilarBELOUGA-MATRAbomba ROCKEYE
fonte: CTA / IAE

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Míssil Superfície-Ar MSA-1... Mectron


Míssil Superfície-Ar MSA-1


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míssil MSA-1
O MSA-1 é um míssil solo-ar, de curto alcance, com guiagem telecomandada de solo (após detecção por radares e processamento por computador de navegação) e pilotagem realizada por computador de bordo, destinado à defesa de ponto. O MSA-1 tem sua concepção orientada para o emprego em sistemas de autodefesa antiaérea, podendo ser fixo ou móvel.
 
Envelope 
Alcance:  25.000 m à 10.000m de altitude
Velocidade de lançamento: Mach 0,5 a Mach 1,2
Ângulo de apresentação: lóbulos laterais da antena do radar detectado
Angulo de visada: 60°



Características
Alcance (m)6000
Fator de manobra máximo (g)45
Comprimento total (mm)3.109
Envergadura (mm)572
Diâmetro (mm)152
Massa (kg)95
GuiagemTelecomandada de solo.
PilotagemNavegação proporcional com computador de bordo,
atuador eletromecânico e canards.
Similares

RAPIER (inglês)
ROLAND (franco-germânico)

Estágio Atual 

O projeto do MSA-1 foi interrompido em 1994 face à prioridade do projeto MAA-1 para a FAB. Considerando a sua natureza, é um projeto que poderá atender às
 necessidades de defesa de ponto das três Forças Armadas.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Foguetes Avibrás Skyfire M-8 e M-9


Foguetes Avibrás Skyfire M-8 e M-9
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Baseado na experiência adquirida no desenvolvimento do SBAT-70 (ar-terra) a Avibrás iniciou a produção e exportação do seu mais avançado sistema de foguetes de 70 mm, o "Skyfire", um sistema ar-terra de alta performance que pode ser empregado em qualquer tipo de avião de combate ou helicóptero.O "Skyfire" apresenta performance superior quando comparado a sistemas convencionais de foguetes de 70 mm, especialmente devido ao seu maior alcance e pontaria. O sistema "Skyfire" oferece diversas opções, desde três tipos de motores, para diferentes alcances e diversas cabeças de guerra.
Dentre as diversas cabeças-de-guerra salientamos o Skyfire M-8 antipista. Após o foguete penetrar na pista a cabeça explode provocando uma grande cratera e inutilizando a pista.  

O "Skyfire" pode ser também empregado como foguete de artilharia de saturação, para alcance de até 12 Km, ou como sub-munição para efeito de treinamento no sistema Astros II.


O processo abre a possibilidade da aquisição do armamento pela Aeronáutica, que já estaria negociando a compra de um lote para substituir os já obsoletos Sbat-60, também da Avibras, mas que foram desenvolvidos no final da década de 60. Os foguetes Sbat-60 equipam a frota de F-5, Xavante e AMX, além do Tucano.

O Skyfire é produzido em série há quase nove anos, mas só no final de 2002 o foguete recebeu o certificado de homologação, documento que atesta que o armamento está em conformidade com as especificações técnicas do projeto e das normas de segurança.

Para o emprego do foguete em aeronaves é necessária uma nova certificação, uma para cada tipo de avião, para garantir, principalmente, a segurança dos pilotos.

A homologação do foguete pelo CTA foi exigência de um dos clientes da Avibrás no exterior e também uma oportunidade para a empresa vendê-los à FAB.


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O sistema Skyfire é composto por foguetes de 70 milímetros de diâmetro, não-guiados para o emprego em aeronaves a jato de alto desempenho, aviões leves à hélice e helicópteros.
OPERAÇÃO - A campanha de testes com o Skyfire-70 no turboélice Tucano foi realizada entre os dias 14 de março e 1º de abril e batizada de Operação Cascavel 2005.

A aeronave T-27 é utilizada na FAB em diversas unidades de treinamento e também equipa os esquadrões de ataque ao solo, em versão designada AT-27. Além das missões de treinamento e ataque, o Tucano é usado também pela Esquadrilha da Fumaça.

Segundo o CTA, os testes com o novo foguete envolveram uma equipe de 47 profissionais, entre eles, especialistas em sistemas de defesa, ensaios em vôo e integração e ensaio do IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço) e do IFI (Instituto de Coordenação e Fomento Industrial), órgão responsável pela certificação de produto aeroespacial.
TESTES - Durante a operação, foram realizados ensaios em vôo com configurações armadas com foguetes 70 mm Skyfire M8 e M9 e cabeças-de-guerra antipista e de alto teor explosivo.
Também foram lançados foguetes 70mm M6C com cabeça de exercício para treinamento dos pilotos. Os ensaios foram executados a fim de se verificar a qualidade de vôo, os índices de arrasto, a dispersão e o modelo matemático da balística dos foguetes em condições de emprego real.


A Aeronáutica não confirmou a compra do novo foguete da Avibrás para os seus aviões. As negociações foram iniciadas logo após a homologação do foguete, em dezembro de 2002.