quinta-feira, 31 de maio de 2012

9K38 IGLA

9K38 IGLA


Especificação do  9K38 IGLA Usado pelo Brasil 

Fabricante: Russia - Rosoboronexport
Motor: 1 (um) foguete de combustível sólido
Alcance máximo: 5200 m
Eficaz contra alvos a mais de 50 metros de altura e menos de 3500 metros
Velocidade: 2.000 Km/h (máxima, dependendo de temperatura)
Calibre: 70mm
Ogiva: 2 Kg
Comprimento: 1.47 m
Diâmetro: 70 mm
Peso do conjunto: 17.9 Kg
Peso do missil: 10.8Kg
Peso do lançador: < 7Kg
Detonação: por impacto com o alvo

Especificação do Igla-S 


Faixa: 6000 m
Alvo matar altitude: 10-3500 m
Velocidade do alvo
na cabeça-on: 400 m / s
na cauda de perseguição: 320 m / s
Peso de combate de equipamentos: no máximo 19 kg
Calibre de mísseis: 72 mm
Comprimento de mísseis: 1635 milímetros
Peso míssil: 11,7 kg
Warhead peso: 2,5 kg
Tempo para transferir o sistema a partir da posição de viajar para combate: max 13 s
Imunidade Jamming: alta

O míssil russo 9K38 IGLA é um míssel portátil SAM (superfície-ar) com cabeça de guerra infra-vermelha. O Igla é também conhecido como SA-18 Grouse, segundo a denominação NATO. Ele chegou ao Brasil em 1994 e é uma versão muito mais avançada do SA-7 STRELA. Ele pode ser lançado em qualquer direção, inclusive contra a aeronave que se aproxima, pois não precisa esperar que a aeronave passe, uma vez que se dirige ao alvo, detectando o calor na estrutura do avião e, não somente, no calor das turbinas.

O Brasil recebeu mais de 100 unidades deste missil, (e cerca de 50 lançadores) e ele está neste momento distribuido ao Exército e à FAB. Os testes efetuados pelo exército mostraram que a probabilidade de acerto deste missil, era de apenas 18 %, quando o fabricante apresenta números que chegam aos 40 % e que descem para os 25 % a 30 % em situação de uso de contra-medidas eletrônicas.

Testes levados a cabo na Finlândia mostrou que, comparado ao francês Mistral, o Igla tem alcance inferior, menor sensibilidade e cabeça-de-guerra menor, porém apresenta superior capacidade de resistência à contra-medidas eletrônicas.


Principais características do sistema Igla-S  : 

- Maior probabilidade de matar contra alvos aéreos e letalidade ogiva aumentou devido a:
- HE aumentou a quantidade (em 1,5 vezes em relação ao sistema Igla);
- Em profundidade impacto da detonação de ogivas para mísseis de ajustar a taxa de incorporação à velocidade de aproximação;
- Detonação proximidade da ogiva de mísseis (em caso de mishit) com a otimização do ponto de detonação;
- Detonação de propelente restantes o sustentador de sólidos;

As características avançadas de mísseis de precisão. 

Campo de tiro estendida de até 6,0 km, em comparação com 5,2 km para o sistema Igla devido a mísseis melhorados características aerodinâmicas;
- Capacidade de disparo noite, devido à aplicação de um dispositivo de suporte de visão noturna e um leve noite desenvolvimento de dispositivos de visão.
- Fácil instalação em várias plataformas
Módulos unificada são a base para:
- Formação de "ar-ar" sistema de armas guiadas;
- Formação de um sistema móvel de mísseis de defesa aérea de dissimulação de altura;
- Combinação com sistemas de canhão AD;
- Combinação com médio e longo alcance sistemas de defesa aérea;
- Formação de sistemas de bordo de defesa aérea.

Igla-S sistema é um sucessor do sistema de mísseis Igla família superando-os em eficácia, confiabilidade, vida útil e capacidade de sobrevivência e retenção de seus melhores méritos:
- Ombro por um disparo artilheiro único;
- "Fogo-e-esqueça" o conceito;
- Alta resistência à desordem do fundo e contramedidas térmica;
- Fácil apontar e lançamento;
- Fácil manutenção e treinamento;
- Dissimulação elevado de uso;
- Retida operacionalidade em ambiente operacional extrema.


Informações de Contato da Empresa:

KB Mashynostroyeniya (KBM)
Endereço: 42, Oksky avenida, Kolomna, região de Moscou, Rússia 140402
Fax: +7- 496-613-30-64
Números de telefone:
Oficial de serviço: +7-496-616-34-68
Vice-Diretor Técnico sobre as questões gerais. Secretário: +7-496-616-31-50
Chefe do Departamento de Importação, Exportação de Equipamentos Especiais e Serviços: +7-496-613-32-77; +7-496-612-19-44
O pessoal de serviço Management. Secretário: +7-496-616-30-73
Е-mail: kbm@kolomna.ru


quarta-feira, 30 de maio de 2012

AH-11A Super Lynx

AH-11A  Super Lynx

Designação Local:AH-11A
País: Brasil
Qtd: Max/inicial:14
Em serviço:14
Situação: Em serviço

A marinha do Brasil foi das primeiras a operar este helocóptero, tendo encomendado inicialmente nove unidades da versão Mk.21 (SAH-11) na Marinha.
A partir de 1993, foi iniciado um processo de modernização dos Lynx, de forma a manter as aeronaves actualizadas.
Essa modernização, destinou-se a converter os Lynx brasileiros da versão HAS-2 para a versão HAS-8, tendo a modernização ocorrido juntamente com a aquisição de mais nove unidades.


FICHA TÉCNICA
Propulsão: 2 motores Rolls-Royce GEM-42-1 que produz 1120 Hp de potência cada.
Velocidade máxima: 324 Km/h.
Velocidade de cruzeiro: 245 Km/h.
Alcance: 564 km.
Razão de subida vertical: 660 m/min.
Teto de serviço: 3600 m.
Armamento:
Mísseis antinavio: 4 Sea Skua   Velocidade: 900km/h  Alcance: 20km
Torpedos: 2 MK-46   Profundidade máxima 365 m   alcance máximo de 11 km
Cargas de profundidade, ou 737 kg de cargas externas


O helicóptero Super Lynx MK-21A, desenvolvido pela Agusta/Westland, foi adquirido pela marinha brasileira em 1996, dando seqüência ao uso do bem sucedido helicóptero Lynx MK-21, que a marinha já operava desde maio de 1978. Neste ano, a marinha brasileira recebeu o primeiro Lynx, batizado como SAH-11, de uma encomenda de 9 unidades para operações embarcadas dentro das fragatas da classe Niterói, que estavam entrando em serviço e seriam os principais navios de escolta de nossa marinha. Estes Lynx tinham por missão, a guerra anti-superfície e esclarecimento marítimo. O bom desempenho do helicóptero acabou motivando a encomenda de mais 9 helicópteros da versão mais moderna Super Lynx MK-21A em 1996, que foram batizados como AH-11A. O contrato previa, também, o upgrade de 5 unidades do Lynx SAH-11 para o novo padrão e por isso foram enviados a Inglaterra para o trabalho de engenharia. O primeiro Super Lynx novo foi entregue junto com o primeiro Lynx convertido para o novo padrão em setembro de 1996.


O modelo MK-21A usado pelo Brasil é uma versão de exportação do HAS-MK-8 usado pela marinha britânica, porém, a versão brasileira não recebeu sensores de busca de submarinos, de forma que missões anti-submarino são levados a cabo com ajuda externa fornecida, por exemplo, por um navio com seu sonar, que passa os dados captados pelo sensor, para o helicóptero.
O modelo Super Lynx, atualmente em uso, está equipado com um radar de busca de 360º Selex (antiga GEC Ferranti) Seaspray 3000 MK-3, cujo alcance de detecção é de 185 km. Este radar é usado para busca e designação de alvos para os mísseis Sea Skua, que a marinha brasileira usa desde 1986. Outro sistema que foi instalado, mais recentemente em nossos Super Lynks é o FLIR (Forward Looking Infra-red) Star safire III, que possui diversos sensores como uma câmera térmica, uma câmera de visão noturna e um telêmetro laser.
Para guerra eletrônica está disponível no Super Lynx o sistema de apoio a guerra eletrônica (ESM), Orange Crop/Racal MIR-2, que é usado para interceptar sinais, classifica-los e localizar o emissor. Além destes sistemas, o Super Lynx conta com um sistema de posicionamento global GPS e um sistema de navegação inercial INS.


O armamento empregado pelos Super Lynx brasileiros é composto por até 4 mísseis antinavio de curto alcance MBDA Sea Skua, guiados por radar semi ativo e com um alcance limitado a 25 km. Sua pequena ogiva, com 35 kg de explosivos tipo HE, só permite atacar alvos de pequeno porte como lanchas e barcos patrulha, sendo inócuas contra um navio do porte de uma fragata. Este helicóptero pode ser armado com torpedos leves MK-46, guiados por sonar ativo/ passivo, capaz de atacar um submarino até uma profundidade máxima de 365 m a um alcance máximo de 11 km. Além destas duas armas, o Super Lynx pode lançar cargas de profundidade, que forçam o submarino a emergir e se expor.


O helicóptero Super Lynx é um dos mais velozes helicópteros do mundo. Sua velocidade máxima chega a 324 km/h. Além da configuração de sua hélice, os dois motores Rolls Royce GEM 42-1 com 1120 Hp cada respondem por este soberbo desempenho. Além de alta velocidade, o Super Lynx é extremamente manobrável e ágil. Essas qualidades são aproveitadas na versão terrestre, chamada apenas de Lynx, porém com diversas versões, sendo a versão mais moderna a AH-9A.
Sem dúvidas a aquisição destes eficientes helicópteros deu um novo nível na capacidade de combate anti-superfície e de esclarecimento marítimo a nossa marinha. A decisão em modernizar os Super Lynx demonstra a satisfação de nossa marinha com estes helicópteros que continuarão a fazer história nas mãos dos pilotos brasileiros por muito tempo ainda.




F-46 Greenhalgh


Navios constituintes da classe
Nr.    Nome                                    Estaleiro                    I.C.   E.S.    F.S.   Situação  
F46   Greenhalg (ex Broadsword)   Yarrow Shipbuilders 1975  1995 - - - -  Em serviço
F47   Dodsworth (ex Brilliant)         Yarrow Shipbuilders 1977  1996  2004  Retirado
F48   Bosisio (ex Brazen)                Yarrow Shipbuilders 1978  1996 - - - -  Em serviço
F49   Rademaker (ex Battleaxe)      Yarrow Shipbuilders 1976  1997 - - - -  Em serviço

IC = Inicio de Construção ES=Entrada no Serviço Activo FS=Final de Serviço Activo


D a t a s

Batimento de Quilha: 7 de fevereiro de 1975
Lançamento: 12 de maio de 1976
Incorporação (RN): 3 de maio de 1979
Baixa (RN): 30 de junho de 1995
Incorporação (MB): 30 de junho de 1995


C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 3.900 ton (padrão), 4.400 ton (carregado).
Dimensões: 131.2 m de comprimento, 14.8 m de boca, 6.0 m de calado e 7.5 m de calado máximo.
Propulsão: COGOG (Combined Gas or Gas) com 2 turbinas a gás Rolls-Royce Olympus TM3B de 27.300 shp cada; 2 turbinas a gás Rolls-Royce Tyne RM1A de 4.100 shp cada, acopladas a dois eixos com hélices passo variável.
Eletricidade4 geradores diesel Paxman Ventura 12PA 200CZ de 1.000 kw cada.
Velocidade: máxima de 29 nós (turbinas Olympus), cruzeiro de 18 nós (turbinas Tyne).
Raio de ação: 1.200 milhas náuticas a 29 nós (turbinas Olympus) ou 4.500 a 18 nós (com turbinas Tyne).
Armamento:
Misseis Anti-Navio: 4 lançadores de mísseis superfície-superfície MM 38 Exocet; Alcance: 38km Velocidade: 1100km/h
Misseis Anti-Aéreo: 2 lançadores sêxtuplos de mísseis antiaéreos de defesa de ponto Sea Wolf GWS 25 Mod. 0; Alcance: 5km Velocidade: 2100km/h
Canhões: 2 x Bofors / BAE Systems 40mm /L70 Mod.1958 (1 x) (Calibre: 40mm/Alcance: 12Km)
2 x Rheinmetal Defense 20mm Oerlikon/BMARC GAM-BO1 (Calibre: 20mm/Alcance: 2Km)
Torpedos: 6 x ATK Alliant Techsystems MK-46 mod.5 - sistema de lançamento: lançadores STWS Mk.2
Sensores: 1 radar de vigilância combinada (aérea e de superfície) Marconi Type 967-968; 1 radar de navegação Kelvin-Hughes Type 1006; 2 radares de direção de tiro Marconi Type 910 (GWS 25 Mod.0); 2 ofuscadores laser tipo do tipo DEC; CME Racal Type 670; MAGE MEL UAA-1; 4 lançadores sêxtuplos de chaffs/flares SRBOC Mk 137; sonar de casco Ferranti-Thomson Type 2050, telefone submarino Type 2008 e engodo rebocavel para torpedos Graseby Type 182.
Sistema de Dados Táticos: CAAIS 400, com Link 11 e 14.
Aeronaves: 2 helicópteros Westland AH-11A Super Lynx.
Código Internacional de Chamada: PWGH
Tripulação: 246 homens, sendo 21 oficiais e 225 praças.


As fragatas da classe Greenhalgh, são as quatro primeiras fragatas do tipo 22 da Royal Navy, transferidas para o Brasil em meados dos anos 90. Trata-se das fragatas HMS Broadsword, HMS Brilliant, HMS Brazen e HMS Battleaxe. Estas fragatas substituiram na marinha britânica as fragatas da classe Leander. Na sua construção, houve uma considerável influência do projecto tipo-21, do qual são originárias as fragatas Niterói. Aquando do seu projecto, e para reduzir o peso e deslocamento do navio, optou-se por não colocar nenhuma peça de artilharia, pelo que a sua artilharia mais portente são os canhões de 40mm. Esse erro foi posteriormente corrigido nas sub-classes posteriores deste mesmo tipo de navio, construidos depois da guerra das Malvinas/Falkland.





Na marinha do Brasil estes navios vieram substituir os velhos contra-torpedeiros com funções ASW, que ainda se encontravam ao serviço na marinha do Brasil.

As Greenhalgh, após o projecto ModFrag da classe Niterói, já não são os navios mais modernos da frota brasileira e a sua principal deficiência, além da já referida falta de uma peça de artilharia, é o seu sistema de defesa anti-aérea Sea-Wolf que face ás actuais ameaças, se encontra desactualizado. A marinha do Brasil, prevê igualmente a substituição dos misseis Exocet da versão MM-38, pela mais moderna versão MM-40). No entanto, com as fragatas da classe Niterói e as corvetas Inhaumá, fazem parte da mais poderosa força de escoltas da américa latina.

 Repare que a F46 Greenhalg esta com misseis MM-40 Exocet e não o MM-38 Exocet

MBDA GWS-25 Mod.0/3 «Seawolf»

Embora não existam planos para a substituição destes navios, considerando a sua vida útil, devem ficar ao serviço da marinha brasileira até 2020, ano em que toda a classe já deve ter sido desactivada. Entre as várias possibilidades, está a sua substituição por navios da Royal Navy, como por exemplo as fragatas do tipo 23.

Apenas uma das fragatas tem instalados os Bofors de 40mm transferidos das fragatas Niterói


Informação
As fragatas Type 22 ou classe Broadswoard foram as sucessoras da classe Leander. A primeira destas fragatas foi incorporada na marinha britânica em 1979 e a primeira série da classe foi constituida por quatro navios.
A principal função dos navios era a luta anti-submarina, pelo que quando foram projectados, pensou-se que não seriam necessários canhões, pelo que as Broadsword não contam com canhões de maior calibre que 20mm e o seu armamento principal é apenas constituido por mísseis anto-navio Exocet e mísseis anti-aéreos Seawolf.
Notou-se a infuência norte-americana, que também tinha construido as fragatas Perry sem pensar na necessidade de um canhão de maior calibre, que acabou por ser incluido no design, por pressão dos setores mais conservadores da marinha norte-americana.

Dois dos navios do primeiro lote das fragatas tipo 22, também conhecidos por classe «Broadsword» estiveram no Atlântico Sul em 1982.
Nos anos 90, os quatro navios foram transferidos para a Marinha do Brasil.

Type 22 «batch 2»
O lento processo de desenvolvimento e as características dos estaleiros levaram ao desenho de uma classe modificada, que ficou conhecida como lote dois (batch 2) en inglês.
Trata-se de navios de maiores dimensões, que continuaram sem um armamento principal de maior calibre.

Type 22 «batch 3»
Já depois da guerra nas Malvinas, a falta do armamento principal foi reconhecida, dando assim lugar ao lote três (batch 3).
Esse terceiro grupo de navios da classe distingue-se por possuir uma torre armada com um canhão de 114,5mm à proa.

Alguns navios do lote II foram vendidos a marinhas estrangeiras. Um foi vendido ao Chile e dois foram vendidos à Roménia.
Estes navios sofreram modificações para lhes instalar uma peça de artilharia de 76mm.
Com os planos britânicos para cortes na defesa, os quatro navios do terceiro lote foram retirados de serviço e colocados na situação de reserva, podendo ser vendidos a outras marinhas.
































SH-3B Seaking do Esquadrão HS-1


Criado através Decreto nº 55.627 de 26 de janeiro de 1965 que estabeleceu normas para o emprego de meios aéreos para as operações navais, reformulando a Aviação Naval e restringindo o emprego de aviões à Força Aérea Brasileira (FAB), tendo como conseqüência o Aviso nº 0830 (RESERVADO) de 28 de maio de 1965, do Exmo. Sr. Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Paulo Bosísio, que determinou a ativação imediata do 1° Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino (HS-1).

Com isso, os helicópteros SH-34J, tiveram sua operação transferida do 2° Esquadrão do Primeiro Grupo de Aviação Embarcado (1° GAE) da FAB para a Marinha do Brasil, onde receberam a denominação de SH-1 e ficaram conhecidos carinhosamente como “BALEIAS”.

SH-34J 
O HS-1 tem como missão detectar, localizar, acompanhar e atacar submarinos e alvos de superfície a fim de contribuir para a proteção das forças e unidades navais.

A chegada dos “Sea King” ao Brasil

Em 28/04/70, chegaram ao Brasil, a bordo do USS “America” , os quatro primeiros SH-3D (denominação americana), de numerais N-3007, N-3008, N-3009 e N-3010. Essas aeronaves começaram a operar no NAel “Minas Gerais” no mesmo ano. Nos anos seguintes, chegaram as aeronaves N-3011 e N-3012.


No ano de 1984, o Esquadrão recebeu quatro helicópteros designados SH-3A (N-3013, N-3014, N-3015 e N-3016), fabricadas pela empresa AGUSTA na Itália e trazidas a bordo do Navio-Transporte de Tropa (NTTr) Barroso Pereira (G 16).

Em 15/01/87, as aeronaves SH-3D N-3007, N-3010, N-3011 e N-3012, embarcaram no NTTr “Barrosos Pereira”, para serem transportadas para o porto de La Spezia (Itália), e encaminhadas para a fábrica da AGUSTA para modernização e capacitação para o lançamento do MAS EXOCET AM-39.

Retornaram ao Brasil em Maio de 1988 e também receberem a denominação de SH-3A no Esquadrão.

Em Abril de 1991, foi realizado o primeiro pouso a bordo do NAel “Minas Gerais” de um SH-3A armado com Míssil Ar-Superfície (MAS) AM-39 “EXOCET”.

No dia 11/11/92 foi realizado o primeiro lançamento real desse míssil, com a aeronave SH-3A N-3007 (Guerreiro 07) embarcada no NDD Rio de Janeiro (G 31) contra o casco do ex-CT Mato Grosso. Todo o exercício foi monitorado e acompanhado pelo CASNAV (Centro de Análise de Sistemas Navais), tendo o MAS atingido o alvo a uma distância de 20,2 milhas náuticas.

A realização desse evento fez com que o SH-3A se tornasse, até os dias de hoje, o maior braço armado da nossa Marinha.




Em 13/05/96, seis SH-3 Sea King (N-3017, N-3018, N-3019, N-3029, N-3030, N-3031) ex-USN, equipados com sonares mais modernos, foram recebidos pela MB na NAS Pensacola (FL) e trazidos para o Brasil a bordo do NAel Minas Gerais, quando então receberam a denominação de SH-3B.


Atualmente


Em 1970, foram recebidos quatro aparelhos SH-3D dos Estados Unidos. Foram entregues outros dois exemplares da mesma versão em 1972. O SH-3D era uma versão especializada na guerra anti-submarina fabricada para a US Navy. Dois destes aparelhos foram perdidos em acidentes.

Já em 1984, foram adquiridos da Agusta quatro ASH-3H com capacidade para disparar o míssil AM-39 Exocet. Os demais Sea King ainda em operação foram enviados a Itália para serem atualizados para o mesmo padrão. Todas essas aeronaves são designadas SH-3A na Marinha do Brasil. Um SH-3A foi perdido em um acidente.



Em 1996, foram adquiridos seis SH-3H usados da US Navy que foram revisados e receberam o sonar AN/AQS-18(V), muito superior aos usados nos SH-3A. Estes helicópteros foram designados SH-3B. Outros dois SH-3D foram comprados como fontes de peças.

Então, existem dois tipos de Sea King na Marinha do Brasil, um com capacidade para lançar o míssil AM-39 Exocet (SH-3A - 7 aparelhos) e outro com um sonar mais moderno (SH-3B - seis aparelhos).


Sea King na Marinha do Canadá.

Por causa da baixa disponibilidade e dos custos para manter estas aeronaves em operação, a marinha passou para a reserva algumas unidades. Atualmente, estão em operação apenas 4 SH-3A e 3 SH-3B, número considerado insuficiente.

Todos Sea King da Marinha do Brasil estão alocados para o 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino (HS-1) que opera principalmente a partir do NAe São Paulo (A-12) e tem sua sede na Base Aeronaval de São Pedro d'Aldeia.



Designação Local:SH-3B
País: Brasil
Qtd: Max/inicial:13  
Em serviço:13
Situação: Em serviço

Os dados aqui referidos, dizem respeito às aeronaves recebidas em 1996 dos Estados Unidos., as quais dispunham de um sonar mais recente, tendo parte da sua electrónica sido compatibilizada com os restantes SH3 brasileiros.Do total de 16 unidades recebidas, quatro eram de origem italiana, sendo os restantes americanos.

Os ultimos seis helicopteros recebidos estão equipados com o sonar AQS-18(V) embora as células sejam mais antigas que as dos helicópteros comprados na Itália equipados com o AQS-13B.